Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Douglas Ruas promete mudança na segurança do Rio a partir de janeiro de 2027 após sequestros de ônibus
Estado
Douglas Ruas promete mudança na segurança do Rio a partir de janeiro de 2027 após sequestros de ônibus
Comércio do Rio espera aumento de 3% nas vendas para o Halloween
Rio de Janeiro
Comércio do Rio espera aumento de 3% nas vendas para o Halloween
Papa Leão XIV faz história ao votar nas eleições dos Estados Unidos
Mundo
Papa Leão XIV faz história ao votar nas eleições dos Estados Unidos
Douglas Ruas abre consulta nas redes sociais para definir prioridades do governo do Rio
Estado
Douglas Ruas abre consulta nas redes sociais para definir prioridades do governo do Rio
Justiça determina que fábrica readmita 22 funcionários demitidos após eleição de Lula
Brasil
Justiça determina que fábrica readmita 22 funcionários demitidos após eleição de Lula
SUS identifica quase 10 mil casos de HPV de alto risco em novos exames
Saúde
SUS identifica quase 10 mil casos de HPV de alto risco em novos exames
Rio terá quase 3 mil novas vagas de estacionamento rotativo a partir de novembro
Rio de Janeiro
Rio terá quase 3 mil novas vagas de estacionamento rotativo a partir de novembro
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Papa Leão XIV pede paz às “nações ensanguentadas” na primeira missa de 2026

Pontífice lembra países em guerra e famílias afetadas pela violência durante celebração no Vaticano

Siga-nos no

Reprodução

O papa Leão XIV iniciou o ano de 2026 com um apelo enfático à paz, dirigido tanto às nações atingidas por conflitos armados quanto às famílias afetadas pela violência cotidiana. A mensagem foi feita nesta quinta-feira (1º), durante as celebrações do Dia Mundial da Paz, data tradicional do calendário da Igreja Católica.

Pela manhã, Leão XIV presidiu a Missa de Ano Novo na Basílica de São Pedro. Em seguida, ao meio-dia, conduziu uma oração especial de seu estúdio com vista para a Praça de São Pedro, que estava tomada por peregrinos e turistas que acompanhavam a primeira bênção do ano. Na missa de Natal, no útlimo dia 25, ele já havia mencionado o genocídio em Gaza e apelado pela paz entre as nações.

Mensagem pelo Dia Mundial da Paz

Ao lembrar que o 1º de janeiro é dedicado pela Igreja ao Dia Mundial da Paz, o pontífice convidou fiéis de todo o mundo à oração e à reflexão sobre os conflitos atuais e suas consequências humanas. Em sua fala, destacou o sofrimento provocado tanto pelas guerras quanto pela violência dentro dos lares.

“Vamos todos rezar juntos pela paz: primeiro, entre as nações ensanguentadas pelo conflito e sofrimento, mas também dentro de nossos lares, nas famílias feridas pela violência ou pela dor”, disse ele.

A declaração foi recebida com aplausos pelos presentes na praça, em um clima de recolhimento e expectativa pelo início do novo ano.

Agenda após o período natalino

Depois de uma intensa programação durante o Natal, Leão XIV terá alguns dias de descanso antes de retomar uma agenda carregada de compromissos religiosos e institucionais. O próximo grande evento será a celebração da festa da Epifania, em 6 de janeiro.

Nessa data, o papa também encerrará oficialmente o Ano Santo de 2025, celebração realizada a cada 25 anos e que atraiu milhões de peregrinos a Roma ao longo dos últimos meses, reforçando o papel do Vaticano como centro espiritual do catolicismo.

Reunião histórica com o Colégio dos Cardeais

Logo após a Epifania, Leão XIV deverá presidir uma reunião de dois dias com todo o Colégio dos Cardeais. O encontro reunirá tanto os cardeais eleitores, que participaram do conclave que o escolheu como papa, quanto aqueles com mais de 80 anos, que não votaram, mas seguem integrando o colégio.

Com essa iniciativa, o pontífice resgata uma tradição que havia sido pouco utilizada pelo papa Francisco: convocar os cardeais para aconselhamento direto sobre os rumos da Igreja. A expectativa é que o encontro funcione como um espaço de escuta e debate sobre os desafios pastorais e administrativos da Igreja Católica, que reúne cerca de 1,4 bilhão de fiéis em todo o mundo.

A decisão é vista por observadores do Vaticano como um sinal de um estilo de governo mais colegiado, no qual o papa busca compartilhar reflexões e responsabilidades com os principais líderes da Igreja.