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Um levantamento da Genial/Quaest divulgado neste domingo (9), mostra que o Pix é a instituição de maior confiança dos brasileiros. O sistema de pagamentos criado pelo Banco Central lidera com 80% de confiança dos brasileiros, contra 19% que não confiam e um 1% que não soube responder.
O resultado coloca o Pix à frente de instituições tradicionais na sociedade, como a Igreja Católica e as Forças Armadas, que lideravam no levantamento anterior.
Segundo os dados, depois do Pix, a instituição de maior confiança é justamente a Igreja Católica, com 76%, seguida da polícia militar, com 75% e das forças armadas, com 70%.
Os números mostram ainda que a confiança no Pix é similar em diferentes pontos do espectro político. Entre os eleitores que se definem como “direita não bolsonarista”, 87% disseram confiar nele, enquanto na esquerda não lulista o índice é bem semelhante, 88% de confiança. Três em cada quatro eleitores “independentes” também afirmaram confiar no Pix, segundo a pesquisa.
Confiança na urna eletrônica
No total, foram analisadas 16 instituições, e num nível intermediário de confiança estão as urnas eletrônicas, com o apoio de 65% da população e a desconfiança de 34%.
Neste domingo, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, em uma evento que marcou o encerramento da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação, afirmou que as urnas se consolidaram nos últimos 30 anos e criticou quem ataca a credibilidade do equipamento.
“Ao longo de três décadas, o sistema eletrônico de votação brasileiro consolidou sua credibilidade por meio do aperfeiçoamento tecnológico e de mecanismos de fiscalização e auditoria, garantindo segurança e transparência ao processo eleitoral e aos resultados das urnas. Desacreditar o sistema eletrônico de votação brasileiro é desconvocar o eleitor brasileiro a participar da maior festa democrática do Brasil”, afirmou.
Na outra ponta da pesquisa, entre as instituições de menor credibilidade na sociedade, estão os partidos políticos. As legendas partidárias aparecem na penúltima colocação, com 44% de confiança, junto com as redes sociais. As siglas só perdem para os juízes de futebol, que têm a confiança de 41% dos brasileiros e a desconfiança de 56% da população.








