Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Perseguição, tiroteio e batida terminam com suspeito morto em Botafogo
Rio de Janeiro
Perseguição, tiroteio e batida terminam com suspeito morto em Botafogo
Movimentos sociais estendem bandeira nos Arcos da Lapa cobrando abertura dos sigilos de Flávio Bolsonaro
Rio de Janeiro
Movimentos sociais estendem bandeira nos Arcos da Lapa cobrando abertura dos sigilos de Flávio Bolsonaro
Freiras chamam atenção ao tirar férias em praias de Búzios com hábito religioso
Costa do Sol
Freiras chamam atenção ao tirar férias em praias de Búzios com hábito religioso
Quaest: avaliação de Lula melhora e 45% consideram seu governo superior ao de Bolsonaro
Eleições 2026
Quaest: avaliação de Lula melhora e 45% consideram seu governo superior ao de Bolsonaro
Seppen investiga visita de prefeita de Belford Roxo a Márcio Canella
Baixada Fluminense
Seppen investiga visita de prefeita de Belford Roxo a Márcio Canella
Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 45%; Lula, 44%; cenário indica empate técnico
Destaque
Quaest, 2º turno: Flávio Bolsonaro, 45%; Lula, 44%; cenário indica empate técnico
Papa Leão XIV retoma audiências após cirurgia no pulmão e é recebido com aplausos no papamóvel
Mundo
Papa Leão XIV retoma audiências após cirurgia no pulmão e é recebido com aplausos no papamóvel
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Polícia apreende celular de acusada de fraude e descobre que ela participou dos atos de 8 de janeiro

Siga-nos no

Foto: Divulgação

Uma investigação da Polícia Civil de São Paulo sobre um suposto esquema de fraude de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) teve desfecho inusitado: com a apreensão do celular de uma das suspeitas, a polícia encontrou vídeos e áudios que mostram que ela participou da invasão ao Palácio do Planalto, na tarde de 8 de janeiro, em Brasília.

A suspeita é Jussara Sakamoto, que mora em Presidente Prudente (SP). Ela defendeu “invadir o Congresso” e “queimar a ratoeira”, segundo as mensagens coletadas pela Polícia Civil. Devido à descoberta, o caso foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A defesa dela afirma que Sakamoto é inocente e alega que o mandado de busca foi ilegal e que teria exposto “informações de caráter pessoal e íntimo da investigada”.

Sakamoto tirou fotos dentro do Planalto utilizando uma máscara do tipo PFF2, mas saiu do local sem ser presa. Antes, ela também gravou um vídeo na rampa do Congresso, declarando:

“Nós estamos aqui e essa nação é nossa! A guerra está só começando! Vamos colocar fogo na ratoeira”, afirmou, de acordo com a transcrição feita pela Polícia Civil.

Também foram encontradas, pela Polícia Civil de São Paulo, diversas mensagens, em seu celular, nos dias anteriores ao 8 de janeiro, que mostram Sakamoto organizando ônibus para irem a Brasília.

Ainda havia uma foto, em seu celular, em um acampamento, em frente a uma faixa que diz “Socorro Forças Armadas” e “Salve o poder judiciário com a dissolução da atual composição”.