Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Washington Quaquá assume a coordenação da campanha de Lula no Rio
Política
Washington Quaquá assume a coordenação da campanha de Lula no Rio
EUA lançam novos ataques contra o Irã após ofensiva a navios comerciais
Mundo
EUA lançam novos ataques contra o Irã após ofensiva a navios comerciais
Comissão de Direitos Humanos da Alerj lança novo WhatsApp para denúncias
Estado
Comissão de Direitos Humanos da Alerj lança novo WhatsApp para denúncias
Justiça mantém prisão de ex-prefeito Márcio Canella em audiência de custódia
Política
Justiça mantém prisão de ex-prefeito Márcio Canella em audiência de custódia
Prazo para vistoria de gás é prorrogada no estado do Rio
Estado
Prazo para vistoria de gás é prorrogada no estado do Rio
Justiça penhora de ganhos de Romário na CazéTV por dívida milionária
Brasil
Justiça penhora de ganhos de Romário na CazéTV por dívida milionária
TRE-RJ avalia pedido de Força Nacional para reforçar segurança nas eleições
Estado
TRE-RJ avalia pedido de Força Nacional para reforçar segurança nas eleições
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Polícia do RJ faz operação em SP contra grupo que dava golpes em servidores do TCE

Investigação apura os crimes de estelionato e lavagem de dinheiro

Siga-nos no

Reprodução

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro deflagrou, na manhã desta quarta-feira (8), a Operação Acerto de Contas. A ação, realizada no estado de São Paulo, visa desarticular uma organização criminosa especializada em aplicar golpes em série contra servidores ativos e aposentados do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).

Conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), a ofensiva cumpre mandados de busca e apreensão direcionados aos principais integrantes do grupo. Até o momento, três suspeitos foram conduzidos à delegacia para prestar depoimento. A investigação apura os crimes de estelionato e lavagem de dinheiro.

De acordo com as investigações, os criminosos utilizavam técnicas avançadas de engenharia social para enganar as vítimas. Os contatos eram feitos por meio de ligações telefônicas, aplicativos de mensagens e e-mails corporativos falsos.

Nas abordagens, os golpistas se passavam por advogados, funcionários públicos ou representantes de órgãos governamentais. Eles afirmavam que os servidores tinham direito a receber valores retroativos, como créditos judiciais, gratificações atrasadas ou benefícios administrativos.

Para evitar suspeitas, o grupo utilizava nomes de profissionais reais do meio jurídico e adotava um vocabulário estritamente técnico, mimetizando a linguagem burocrática de processos oficiais.

Após conquistar a confiança das vítimas, a quadrilha alegava que, para a liberação do dinheiro, era necessário o pagamento antecipado de supostas custas judiciais, taxas cartorárias ou impostos de renda. A maior parte dessas transferências era exigida em caráter de urgência via PIX.

A DRCI já identificou uma rede de linhas telefônicas e e-mails criados exclusivamente para a execução das fraudes, além de rastrear as contas bancárias utilizadas para a lavagem do dinheiro obtido com os golpes.