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Polícia investiga novas vítimas de grupo envolvido em estupro coletivo em Copacabana

Os casos estão sendo investigados pela Delegacia de Copacabana

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Reprodução

Pelo menos mais duas vítimas procuraram a Polícia Civil, no início da semana, para denunciar terem sido estupradas por integrantes do grupo investigado pelo mesmo crime a uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, na Zona Sul. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Ângelo Lajes, da 12ªDP (Copacabana), os criminosos agiram da mesma forma com as outras meninas.

Segundo o delegado, um dos crimes aconteceu em 2023. A adolescente, que tinha 14 anos na época, contou o que havia sofrido para a mãe depois que o caso de Copacabana ganhou proporções midiáticas e ela reconheceu o agressor.

“A mãe veio até a delegacia. A gente ainda vai procurar a vítima para ouvi-la, mas o que ela relatou foi exatamente o mesmo modus operandi da primeira vítima. O adolescente infrator tinha a confiança dessa outra vítima, uma menina de 14 anos na época. Ele atraiu ela para um apartamento e lá estava o adolescente infrator, o Mattheus e mais uma terceira pessoa, que ela conhece como Gabriel. A gente não sabe exatamente se é o João Gabriel, ainda vamos investigar. Essa segunda vítima disse que o crime aconteceu na casa do Mattheus. Essa investigação está muito no começo”, explicou.

De acordo com o delegado, no início da tarde desta terça-feira, mais uma vítima procurou a delegacia. No entanto, ainda não há detalhes do novo caso. “Como está muito no começo, eu não sei exatamente se foi praticada pelo grupo inteiro ou apenas por um deles. Essa terceira vítima teria sido abusada somente pelo Vitor Hugo. A investigação está muito no começo. A gente precisa ter cautela no sentido de conseguir trazer todas as provas que são necessárias para que eles, caso realmente tenham cometido crimes contra outras vítimas, sejam de fato responsabilizados e punidos”, afirmou.

Apesar do mesmo modus operandi, o grupo usou locais distintos para abusar das vítimas. Enquanto a primeira foi estuprada coletivamente no apartamento de Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18 anos, a segunda sofreu o crime no apartamento de Mattheus Veríssimo Zoel Martins, que atualmente tem 19 anos. A terceira adolescente teria sido abusada durante uma festa junina em um salão de festas.

Além destas, é possível que ainda haja outras vítimas do grupo. Para o delegado, a repercussão do caso nas redes sociais acendeu um alerta nos investigadores. “A gente já percebeu que, através de redes sociais, começou muito buchicho de que teriam outras vítimas. Logo de cara, fiz esse apelo para caso essa vítima existisse, que ela procurasse a 12ª DP e rompesse essa espiral de silêncio”, frisou.