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Polícia prende suspeita de intermediar execução de jovem morta em Sepetiba

Mandante do crime segue foragida; suspeita presa admitiu participação

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Reprodução

A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (14), Ingrid Luiza da Silva Marques, suspeita de intermediar o assassinato de Laís de Oliveira Gomes Pereira, de 25 anos, morta em Sepetiba. Ela foi localizada em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, após investigações apontarem seu papel na ligação entre a mandante e os executores. A mulher confessou participação.

A mandante do crime, Gabrielle Cristine Pinheiro Rosário, de 21 anos, continua foragida. Horas antes da prisão de Ingrid, o Disque Denúncia divulgou um cartaz com o novo visual da suspeita, que, segundo a polícia, mudou a aparência para fugir da identificação. Uma operação na Rocinha, na quinta-feira (13), tentou localizá-la, mas sem sucesso.

Segundo as investigações, Gabrielle é companheira do pai da criança e teria planejado o assassinato para tentar assumir a guarda da filha de Laís. A polícia afirma que ela ofereceu cerca de R$ 20 mil a dois homens — Erick Santos Maria e Davi de Souza Malto — contratados para executar o crime. Ambos foram presos e confessaram a participação.

Os agentes relatam que Gabrielle demonstrava comportamento possessivo em relação à criança, o que teria motivado o plano. Advogados da suspeita informaram que ela não pretende se entregar. A polícia reforçou buscas nas áreas onde ela poderia estar escondida, mas ainda não conseguiu localizá-la.

Laís foi morta na manhã de 4 de novembro, enquanto caminhava com o filho de 1 ano e 8 meses na Travessa Vitória, em Sepetiba. Câmeras de segurança registraram os executores monitorando a jovem de moto. Um dos homens desceu armado e atirou na nuca dela. A vítima morreu no local, e o filho, que estava no carrinho, não ficou ferido.