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Polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro tiraram 520 fuzis das mãos dos criminosos em oito meses

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Dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que em oito meses as polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro apreenderam 520 fuzis – o maior número de apreensões de armas longas para o período desde o início da série histórica, em 2016. A cada 24 horas, dois fuzis foram retirados das ruas pelas forças estaduais de segurança. Na comparação com o mesmo período de 2023, foi registrado um aumento de 10,2%.

“Essa marca histórica de apreensão de armas de guerra mostra muito bem o cenário em que nossas polícias atuam e o perigo a que estão expostos os moradores dos territórios onde criminosos travam guerras usando fuzis. Vamos continuar apreendendo esse armamento, mas é necessária a colaboração das forças federais, pois não há produção de fuzis no Rio de Janeiro – ressaltou o governador Cláudio Castro, que no mês passado pagou R$ 2,5 milhões em bonificação a policiais civis e militares que apreenderam 500 fuzis.

É importante ressaltar também a redução de crimes contra a vida, como a Letalidade Violenta — que inclui registros de homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte, morte por intervenção de agente do Estado e latrocínio (roubo seguido de morte). Entre janeiro e agosto, o indicador apresentou queda de 14,7% em comparação ao mesmo período de 2023, alcançando o valor mais baixo da série histórica do Instituto, iniciada em 1991. Nesse período, 2.523 pessoas foram vitimadas, 435 a menos em relação ao ano passado, com 2.958. Já as mortes por intervenção de agente do Estado diminuíram 25,8%, o menor número de mortes para o acumulado desde 2015. A mesma tendência foi observada nos casos de homicídios dolosos, com declínio de 12,7% em 244 dias, o percentual mais baixo para o delito em 34 anos. Na análise mensal, a queda é de 8,2%.

Nos crimes contra o patrimônio, os roubos de carga apresentaram queda de 24%, registrando o menor número de casos para o indicador desde 2010. De janeiro a agosto de 2023, foram 2.380 ocorrências. No mesmo período do ano seguinte, esse total passou para 1.800, ou seja, 580 registros a menos.

 

Produtividade policial em alta

Os indicadores de produtividade policial também são positivos em comparação com o ano anterior. Em média, 46 veículos foram recuperados por dia no estado, um aumento de 14%. Foram apreendidas 4.282 armas de fogo, sendo 520 fuzis.

As polícias Civil e Militar cumpriram 10.409 mandados de prisão até agosto deste ano, consolidando um crescimento de 25,7%. Além disso, foram realizadas 28.756 prisões em flagrante, o que representa um crescimento de 12,9% em relação ao ano anterior.

“O trabalho das forças de segurança se fortalece com estratégias de policiamento baseadas em evidências. O monitoramento contínuo e a análise detalhada possibilitam uma alocação de recursos direcionada, permitindo às polícias Civil e Militar responder, com celeridade, às questões de segurança pública de cada região”, destaca a diretora-presidente do ISP, Marcela Ortiz.

 

Principais indicadores:

Letalidade violenta: 2.523 vítimas nos oito meses de 2024. Na comparação com o ano anterior, houve a diminuição de 14,7%. Este é o menor valor para o acumulado desde o início da série histórica, em 1991.

Homicídio doloso: 1.917 vítimas nos oito meses de 2024. Na comparação com o ano anterior, o delito registrou redução de 12,7%. Este é o menor número de mortes para o período desde o início da série histórica, em 1991.

Mortes por intervenção de agente do Estado: 512 mortes nos oito meses de 2024. Em relação ao ano anterior, houve uma redução de 25,8% no delito, o menor valor para o período desde 2015.

Roubo de carga: 1.800 casos nos oito meses de 2024. Em relação ao ano anterior, a diminuição foi de 24,4%, o menor valor para o período desde 2010.

Armas apreendidas: 4.282 apreensões em oito meses. Em média, foram retiradas de circulação, por dia, 18 armas de fogo.

Fuzis apreendidos: 520 fuzis apreendidos nos oito primeiros meses de 2024. A cada 24 horas, as polícias Civil e Militar apreenderam cerca de dois fuzis. Esse número representa o maior número de apreensão para o período desde o início da série histórica, em 2016.

Prisão em flagrante: 28.756 prisões em flagrante até agosto deste ano. No comparativo com o mesmo período de 2023, o delito registrou aumento de 12,9% no acumulado. Foram 118 prisões em flagrante por dia.

Recuperação de veículos: 11.282 veículos foram recuperados até agosto deste ano, uma média de 46 por dia. No comparativo com o mesmo período de 2023, o indicador registrou um aumento de 14%.

Apreensão de drogas: 16.476 registros de drogas apreendidas em oito meses. Em média, foram 68 apreensões por dia. No comparativo com o mesmo período de 2023, o delito registrou um aumento de 7,7%.

Os dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública são referentes aos Registros de Ocorrência (ROs) lavrados nas delegacias de Polícia Civil do Estado do Rio durante o mês de agosto. Clique aqui para acessar os dados completos.