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Postos médicos dão assistência a quase 5 mil pessoas no carnaval

Estrutura foi montada pela Secretaria de Saúde no sambódromo e nos circuitos de blocos de rua

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Reprodução

O carnaval 2026 vai chegando ao fim e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) encerrou a operação dos postos médicos para o evento com um total de 4.970 atendimentos até agora, entre sambódromo (ensaios e desfiles) e nos blocos de rua. Somente no sábado das campeãs (21), foram 601 atendimentos. Nos sete dias de apresentações das escolas de samba – incluindo Série Ouro, Grupo Especial e mirins – 3.530 pessoas receberam assistência nos postos da Marquês de Sapucaí.

A SMS montou seis postos médicos no sambódromo e quatro nos principais circuitos no carnaval de rua, dois no Centro e dois na Zona Sul. Ao todo, foram 780 atendimentos nos blocos. Os dois postos do Centro encerraram suas atividades neste domingo (22), após o desfile do Monobloco, um dos 10 megablocos aos quais os postos médicos deram suporte. Ao todo, foram 13 dias de operação desde o dia 24 de janeiro, dando cobertura para um total de 55 blocos.

Nos ensaios técnicos das escolas de samba no sambódromo, da Série Ouro e do Grupo Especial, foram 660 atendimentos. A operação ocorreu por nove dias, nos três fins de semana que antecederam o carnaval, e também contou com seis postos em funcionamento.

Os postos pré-hospitalares da SMS nos grandes eventos têm o objetivo de prestar pronto-atendimento a quem precise, com resolutividade, evitando a sobrecarga dos hospitais. Do total de pessoas atendidas nos postos, 92,5% tiveram suas questões de saúde solucionadas no local e apenas 374 precisaram ser transferidas para unidades hospitalares, para cuidados mais complexos. Os hospitais de urgência e emergência da rede municipal receberam reforço nos plantões para o período.

As principais causas que levaram as pessoas a precisarem de atendimento nos postos médicos durante o carnaval foram descompensação de doenças crônicas; picos de pressão; mal-estar e fadiga devido ao calor e, no caso do sambódromo, também ao esforço do desfile e peso das fantasias; dor de cabeça; cortes; entorses; lesões ortopédicas; contusões leves; traumas por quedas; libação alcoólica.

Ações da Vigilância Sanitária

As equipes do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (IVISA-Rio) realizaram 32 visitas sanitárias para fiscalizar e orientar serviços de alimentação, bebidas e saúde em atividade no sambódromo da Marquês de Sapucaí. No total, desde sexta passada, dia 13/2, foram 320 visitas sanitárias realizadas, 167 amostras de alimentos coletadas para análise laboratorial e 480 cartazes afixados sinalizando a proibição do fumo em ambientes total ou parcialmente fechados.

Vigilância em Saúde

A Superintendência de Vigilância em Saúde realiza ações de monitoramento, prevenção e controle de possíveis eventos de saúde pública ao longo do carnaval. As equipes do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS-Rio) atuarão durante e após o evento no sambódromo, monitorando os atendimentos nos postos médicos a fim de detectar doenças, agravos de notificação e outros eventos de relevância para saúde pública, além de acompanhar o cenário epidemiológico da cidade por 45 dias após o carnaval.