Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Convento de Santo Antônio acolhe população em situação de rua no Centro do Rio
Rio de Janeiro
Convento de Santo Antônio acolhe população em situação de rua no Centro do Rio
Justiça derruba liminar e libera continuidade do Rio Rotativo Digital
Rio de Janeiro
Justiça derruba liminar e libera continuidade do Rio Rotativo Digital
Quaest presidencial: Lula lidera cenários de 1º de 2º turno
Política
Quaest presidencial: Lula lidera cenários de 1º de 2º turno
Brasil notifica governo dos EUA sobre início de processo de reciprocidade contra tarifas
Brasil
Brasil notifica governo dos EUA sobre início de processo de reciprocidade contra tarifas
Prefeitura do Rio recorre contra suspensão do Rio Rotativo Digital 
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio recorre contra suspensão do Rio Rotativo Digital 
COR monta operação especial de trânsito para evento religioso neste sábado
Rio de Janeiro
COR monta operação especial de trânsito para evento religioso neste sábado
Louvorzão reúne grandes nomes do gospel na Quinta da Boa Vista
Entretenimento
Louvorzão reúne grandes nomes do gospel na Quinta da Boa Vista
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Prato feito fica 7,2% mais caro e chega a R$ 31,90 em algumas regiões do Brasil

Os dados são do Índice Prato Feito, elaborado pelo Núcleo de Estudos Econômicos da Faculdade do Comércio de São Paulo

Siga-nos no

reprodução

O nosso famoso e necessário PF (prato feito) de cada dia ficou mais caro para os brasileiros em 2026. O preço médio do tradicional prato feito chegou a R$ 31,90 em junho, alta de 7,2% em relação a janeiro, quando custava R$ 29,77. Na comparação com março, o aumento foi de 5,4%.

Os dados são do Índice Prato Feito (IPF), elaborado pelo Núcleo de Estudos Econômicos da Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP), mantida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Com esse valor, quem almoça em restaurantes durante os 20 dias úteis do mês gasta, em média, R$ 638 apenas com a refeição, sem incluir bebidas ou sobremesas.

O levantamento acompanha o preço médio de um prato composto por arroz, feijão, proteína, salada e guarnição. Nesta edição, foram analisados 887 preços coletados em restaurantes e aplicativos de entrega nas cinco regiões do país.

Segundo o economista Rodrigo Simões, da FAC-SP, a alta é resultado do aumento dos custos dos alimentos, da mão de obra, dos combustíveis e do transporte. O cenário internacional também influenciou os preços, com a valorização do petróleo provocada pelas tensões envolvendo o Irã, que elevou os custos logísticos.

O Sul registrou o prato feito mais caro do país, com preço médio de R$ 34,90. Em seguida aparecem o Centro-Oeste (R$ 34,45), o Sudeste (R$ 31,99), o Nordeste (R$ 30) e o Norte, com a menor média, de R$ 29,99.

A inflação dos alimentos também ajudou a pressionar o preço da refeição. No primeiro semestre, tubérculos, raízes e legumes acumularam alta de 67,71%, enquanto o feijão-carioca subiu 52,82%. Hortaliças e verduras ficaram 13,91% mais caras, e as carnes avançaram 5,6%. O arroz foi a exceção, com leve queda de 0,51%.

A expectativa da FAC-SP é de que os preços continuem pressionados no segundo semestre. Entre os fatores de risco estão os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção agrícola e a instabilidade no mercado internacional de petróleo, que pode elevar novamente os custos dos combustíveis e da cadeia de abastecimento.

Segundo Rodrigo Simões, a tendência é que o prato feito ainda tenha novos reajustes nos próximos meses.