Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Michelle Bolsonaro deixa a presidência do PL Mulher após crise interna
Política
Michelle Bolsonaro deixa a presidência do PL Mulher após crise interna
Seguros no RJ: zona norte tem custo quase 100% maior que a Zona Sul
Rio de Janeiro
Seguros no RJ: zona norte tem custo quase 100% maior que a Zona Sul
Policia Federal deflagra 2ª Fase da Operação Forja no Complexo da Maré
Rio de Janeiro
Policia Federal deflagra 2ª Fase da Operação Forja no Complexo da Maré
Greve na UERJ será decidida nesta quarta após aprovação de adicional na Alerj
Estado
Greve na UERJ será decidida nesta quarta após aprovação de adicional na Alerj
Turismo em alta: Rio espera receber 2,8 milhões de visitantes neste inverno
Rio de Janeiro
Turismo em alta: Rio espera receber 2,8 milhões de visitantes neste inverno
Alerj aprova diretrizes orçamentárias para 2027 com rigor nos gastos
Estado
Alerj aprova diretrizes orçamentárias para 2027 com rigor nos gastos
Terremoto de magnitude 6 atinge costa do México e provoca evacuação de prédios
Mundo
Terremoto de magnitude 6 atinge costa do México e provoca evacuação de prédios
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Preço da carne recua em agosto, mas deve voltar a subir

Queda foi de apenas 0,43% em agosto e não impactou no bolso do consumidor

Siga-nos no

Reprodução

O preço da carne bovina caiu 0,43% em agosto, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar da sequência de pequenas quedas iniciada no primeiro semestre, o recuo ainda não trouxe alívio ao consumidor e, segundo especialistas, a tendência é de nova alta já nos próximos meses.

O principal motivo é a combinação de exportações aquecidas, maior consumo interno e a previsão de redução no número de bois abatidos até 2027. Atualmente, a carne acumula inflação de 22,17% nos últimos 12 meses.

Entre os cortes mais consumidos, o acém (29,1%), o peito (27,4%) e o músculo (24,6%) lideram a alta de preços. Até cortes de maior valor, como filé-mignon (19,1%) e picanha (12,1%), ficaram mais caros.

Exportações seguem fortes mesmo após tarifaço

Mesmo com o tarifaço imposto pelos Estados Unidos, as exportações brasileiras de carne seguem em alta. O Brasil perdeu os EUA como segundo maior comprador, mas ampliou vendas para China, México, Rússia e Chile.
Segundo a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), o México se destacou, com importações três vezes maiores que no mesmo período de 2024.

Preços devem voltar a subir

Analistas projetam que os preços subam novamente no último trimestre de 2025, período de aumento no consumo interno. Além disso, tanto o Brasil quanto os Estados Unidos devem enfrentar queda na oferta de gado em 2026 e 2027, pressionando ainda mais o mercado.

Carne cada vez mais restrita

Com os preços em alta e a renda estagnada, a carne bovina se torna menos acessível à maioria da população. Segundo especialistas, proteínas mais baratas, como frango e carne suína, devem ganhar ainda mais espaço na mesa do brasileiro.