A prefeita de Guapimirim, Marina Rocha, virou ré em uma ação de improbidade administrativa junto com um servidor público e outras três pessoas. O grupo é acusado de fraudar licitações de serviços de saúde por meio de uma empresa de fachada.
A ação foi movida pelo Ministério Público do Rio, que investiga suspeitas de irregularidades em contratos entre a prefeitura e a empresa Speed Meg. Segundo o órgão, há indícios de um esquema estruturado para direcionar licitações.
De acordo com a denúncia, a empresa tornou-se ao longo de muitos anos a única prestadora de exames de média e alta complexidade no município. O documento revela que a Speed Meg presta serviços para o município há pelo menos 10 anos e que há fortes indícios de sobrepreços, causando prejuízo aos cofres públicos.
Ainda segundo a investigação, a empresa não possui estrutura própria ou funcionários, utilizando outras duas empresas para executar os serviços que “simulam” o cumprimento de exigências legais.






