As zonas Norte e Oeste do Rio de Janeiro ganharão quatro novos terminais rodoviários em áreas estratégicas para o transporte público. As obras começam ainda este mês e contam com um investimento de R$ 3,5 milhões da Prefeitura do Rio. Os resultados das licitações já foram publicados no Diário Oficial, e a expectativa é beneficiar cerca de 1 milhão de passageiros diariamente.
A iniciativa visa organizar o fluxo de linhas, garantir mais segurança e agilizar o embarque, desembarque e a integração entre diferentes modais.
Conexão com o metrô na Zona Norte
Na Zona Norte, os novos terminais serão implantados no entorno das estações Coelho Neto e Colégio, na Linha 2 do metrô. Os locais funcionam hoje como polos informais de conexão para moradores de bairros como Acari, Barros Filho, Costa Barros e Irajá.
De acordo com o município, a região é densamente povoada e recebe milhares de trabalhadores todos os dias. O entorno da estação Coelho Neto já passou por ações recentes de ordenamento urbano, consolidando a necessidade de uma infraestrutura definitiva e moderna para os usuários.
Reforço nos bairros mais populosos da Zona Oeste
Na Zona Oeste, as intervenções vão contemplar Campo Grande e Santa Cruz, apontados pela prefeitura como os bairros mais populosos do país, que somam mais de 500 mil moradores. Os novos terminais serão erguidos em pontos estratégicos. Em Santa Cruz, no cruzamento da Rua Álvaro Alberto com a Rua Felipe Cardoso, e em Campo Grande, na esquina da Rua Campo Grande com a Rua Padre Pauwles.
Ação conjunta entre secretarias
O projeto é coordenado de forma integrada entre duas pastas municipais. O secretário de Conservação e Serviços Públicos, Diego Vaz, destacou o impacto social do investimento: “São R$ 3,5 milhões aplicados em regiões que concentram a maior fatia da população trabalhadora do Rio. Coelho Neto e Colégio são pontos de conexão vitais para quem depende do metrô e do ônibus”, afirmou.
Para o secretário municipal de Transportes, Jorge Arraes, o alinhamento técnico é o diferencial do projeto. “Quando a Conservação cuida da infraestrutura e a Transportes organiza as linhas, o ganho direto é do passageiro, que terá mais conforto e menos tempo de espera”, concluiu.










