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Prefeitura realiza operação contra estacionamento irregular na Ilha do Governador

A ação ocorre após denúncias do vereador Wagner Tavares(PSB)

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Divulgação

A Prefeitura do Rio realiza, ao longo desta quarta-feira (24/09), uma operação de fiscalização no estacionamento localizado em frente ao Assaí Atacadista, na Estrada do Galeão. A ação ocorre após denúncias do vereador Wagner Tavares(PSB), que apontou abusos na cobrança de tarifas, abandono estrutural e falta de transparência na gestão do espaço.

Cobrança abusiva e falta de tolerância

De acordo com frequentadores, a cobrança no estacionamento chega a R\$ 10 por entrada, mesmo para comerciantes da região que, segundo relatos, ajudaram a construir o espaço. Não há período de tolerância: quem entra e sai no mesmo dia é obrigado a pagar novamente. Até táxis, motoristas de aplicativo e veículos que apenas desembarcam idosos precisam arcar com a taxa.

“Não existe controle oficial, o espaço virou uma prisão a céu aberto para os insulanos”, criticou o vereador Wagner Tavares, que acompanha a fiscalização.

Estrutura precária

Além da cobrança considerada irregular, o estacionamento apresenta sinais evidentes de abandono. Entre os problemas relatados estão:

* Pedras portuguesas soltas, bancos quebrados e árvores caídas sem reposição;
* Ausência de poda e grades de contenção deterioradas;
* Apenas uma catraca em funcionamento, enquanto a outra foi vandalizada e pixada;
* Presença constante de pessoas em situação de rua e acúmulo de lixo, que só não é maior graças à atuação da Comlurb.

Pagamento sem nota fiscal

Outro ponto polêmico é a forma de pagamento: apenas dinheiro ou PIX são aceitos, sem emissão de cupom fiscal, reforçando a suspeita de falta de transparência na concessão.

Reflexos no trânsito

O estreitamento da via causado pelo estacionamento também agrava os engarrafamentos já comuns na Estrada do Galeão.

O vereador Wagner Tavares(PSB) defende que a cobrança volte a ser feita pela própria Prefeitura, com talão oficial, garantindo transparência e retorno real dos recursos para a Ilha do Governador.

“Não podemos aceitar que comerciantes e moradores sejam reféns de um serviço precário, sem nota fiscal, com ameaças e sem qualquer benefício para a comunidade”, declarou.

Abandono

Um espaço que poderia funcionar como atrativo e apoio ao comércio local acabou se transformando em símbolo de abandono e insatisfação entre os insulanos. A operação segue em andamento ao longo do dia e novas medidas devem ser anunciadas pela Prefeitura.