Os profissionais das redes municipais e estaduais de educação do Rio anunciaram uma paralisação por 24 horas na quinta-feira (9). A iniciativa foi convocada para cobrar recomposição salarial, a implementação do Piso Nacional do Magistério e o cumprimento de acordos firmados previamente.
Esta é a segunda paralisação dos servidores em 2026. Entre as principais reivindicações da categoria estão o atraso na correção salarial e a ausência de progressos nas negociações com o poder público.
No âmbito da rede estadual, o Sepe informa que ainda existem parcelas não quitadas de um acordo firmado no final de 2021 com a Alerj. O acordo previa a reposição de 26,5% das perdas acumuladas entre 2017 e 2021, distribuídas em três parcelas. A primeira, de 13,5%, foi paga em janeiro de 2022, enquanto as demais, previstas para fevereiro de 2023 e fevereiro de 2024, permanecem pendentes, de acordo com o sindicato.
Para zerar as perdas em relação ao poder de compra, a correção necessária seria de 24%. Já na rede estadual, para que os servidores recuperem o mesmo poder de compra que tinham em 2014, seria preciso um reajuste de pelo menos 55%.
A paralisação desta quinta-feira incluirá atos públicos no Centro do Rio. Na rede estadual, a programação tem início às 10h com uma assembleia no Clube de Engenharia, na Avenida Rio Branco, seguida de um protesto em frente à Alerj.
Na rede municipal, professores e demais profissionais se encontram às 14h na Cinelândia para uma assembleia, com um ato público marcado para o mesmo local às 15h.










