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Programa Família Acolhedora abre cadastro para ampliar rede de proteção a jovens no Rio

Interessados devem realizar um pré-cadastro e passar por etapas de avaliação e capacitação antes da habilitação

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A Prefeitura do Rio abriu, nesta terça-feira (2), as inscrições para famílias interessadas em participar do programa Família Acolhedora, serviço que oferece abrigo temporário a crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por decisão judicial em casos de violência, negligência ou violação de direitos. A iniciativa busca ampliar a rede de lares provisórios e garantir acolhimento em ambiente familiar aos jovens atendidos.

Os interessados devem realizar um pré-cadastro e passar por etapas de avaliação e capacitação antes da habilitação. As famílias acolhedoras recebem acompanhamento de assistentes sociais e psicólogos durante todo o processo.

O acolhimento é temporário e não um processo de adoção. Para se cadastrar, a família candidata precisa entrar no site da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS). Também há opção de inscrição presencial em uma das Coordenadorias de Assistência Social (CAS) da cidade.

É necessário ter entre ter de 21 a 68 anos; disponibilidade de tempo e promover atenção e afeto; e ser aprovado na avaliação psicossocial

Cada beneficiado recebe do município uma bolsa-auxílio de R$ 1.400, ou R$ 2.030, caso o mesmo tenha alguma deficiência ou necessidade específica.

O acolhimento temporário ocorre até que aconteça a inscrição de outra família, retorno ao lar de origem ou transição para a vida adulta. No Rio, 19% de menores abrigados estão em famílias acolhedoras.

O programa da Prefeitura do Rio de Janeiro, em parceria com o Tribunal de Justiça (TJRJ), busca lares provisórios para crianças e adolescentes afastados do convívio familiar por medida de proteção.