Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Operação da PM na Maré mira TCP; ação tem 7 baleados, entre eles um policial, e 8 presos
Estado
Operação da PM na Maré mira TCP; ação tem 7 baleados, entre eles um policial, e 8 presos
Candidatos ao governo RJ fazem campanha no Rio e Baixada nesta segunda-feira
Política
Candidatos ao governo RJ fazem campanha no Rio e Baixada nesta segunda-feira
NFL tem Maracanã lotado e ‘Evidências’ cantado em coro pela torcida
Rio de Janeiro
NFL tem Maracanã lotado e ‘Evidências’ cantado em coro pela torcida
Governo derruba 506 sites de bets irregulares e mira anúncios em redes sociais
Destaque
Governo derruba 506 sites de bets irregulares e mira anúncios em redes sociais
Tiroteio durante festa de São Cosme e Damião deixa 3 feridos na Gamboa, no Rio
Mais Quentes
Tiroteio durante festa de São Cosme e Damião deixa 3 feridos na Gamboa, no Rio
CBF confirma datas e horários das semifinais da Copa do Brasil
Esportes
CBF confirma datas e horários das semifinais da Copa do Brasil
“Benediva”: Benedita da Silva surpreende ao caminhar em meio à multidão na Praia de Copacabana
Eleições 2026
“Benediva”: Benedita da Silva surpreende ao caminhar em meio à multidão na Praia de Copacabana
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Quadrilha usava disfarces e fraudes digitais para roubar benefícios sociais

: PF prende grupo que burlava Caixa Tem com perucas, rostos pintados e fraudes.

Siga-nos no

reprodução

Uma quadrilha atuou por pelo menos cinco anos desviando benefícios sociais de cidadãos, burlando o sistema da Caixa Econômica Federal. O grupo utilizava disfarces, como perucas e rostos pintados, além de explorar pessoas vulneráveis para validar cadastros falsos no aplicativo Caixa Tem.

Segundo a Polícia Federal, o chefe do esquema, Felipe Quaresma Couto, era monitorado desde 2022 e foi preso recentemente. Os criminosos contavam com a cooptação de funcionários da Caixa e de casas lotéricas, que forneciam acesso ao sistema mediante propina, que ultrapassava R$ 300 mil.

O grupo recorria ainda a fotos geradas por inteligência artificial e buscava “rostos virgens” de pessoas que nunca haviam sido cadastradas no banco. O objetivo era criar clientes falsos usando dados reais roubados das vítimas, impactando principalmente cidadãos de baixa renda, que tiveram benefícios bloqueados e sofreram desgaste emocional.

Além de Felipe, outro integrante foi preso e quatro permanecem foragidos. Eles responderão por estelionato qualificado, corrupção de funcionários públicos, inserção de dados falsos em sistema e organização criminosa. A Caixa reforçou que segue aprimorando seu sistema de segurança e reconhecimento facial para proteger os usuários.