Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Voo para Orlando apresenta problemas técnicos e retorna a Viracopos neste domingo
Brasil
Voo para Orlando apresenta problemas técnicos e retorna a Viracopos neste domingo
Bombeiros resgatam homem de helicóptero após acidente em montanha no Cosme Velho
Rio de Janeiro
Bombeiros resgatam homem de helicóptero após acidente em montanha no Cosme Velho
30ª Parada LGBT+ ocupa a Paulista com festa e clamor político
Brasil
30ª Parada LGBT+ ocupa a Paulista com festa e clamor político
Irã lança mísseis contra Israel após ataques em Beirute
Destaque
Irã lança mísseis contra Israel após ataques em Beirute
Novo Imposto vai encarecer álcool, cigarro e apostas a partir de 2027
Brasil
Novo Imposto vai encarecer álcool, cigarro e apostas a partir de 2027
Prefeitura do Rio anuncia revitalização no Monte das Oliveiras, em Campo Grande
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio anuncia revitalização no Monte das Oliveiras, em Campo Grande
Corte na Seleção: Wesley está fora da Copa do Mundo de 2026
Esportes
Corte na Seleção: Wesley está fora da Copa do Mundo de 2026
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Queda no uso das redes sociais reabre espaço para mídias tradicionais

TV, rádio, jornais, revistas e mídia externa voltam a ganhar força nas estratégias das marcas em meio à saturação digital

Siga-nos no

Reprodução Pinterest

A queda no tempo gasto pelos brasileiros nas redes sociais começa a provocar uma mudança silenciosa, mas significativa, no mercado publicitário. O que até pouco tempo era concentrado em impulsionamentos e influenciadores digitais, agora começa a se redistribuir entre canais mais tradicionais, como televisão, rádio, jornais impressos e mídia externa.

Relatórios de mercado mostram que, mesmo com 144 milhões de usuários de redes sociais no país, o tempo médio gasto nas plataformas vem caindo, principalmente entre os mais jovens. Essa desaceleração acendeu o alerta para anunciantes, que já começam a revisar suas estratégias de comunicação.

A tendência não é exclusiva do Brasil. Segundo o Financial Times, com base em dados da GWI, o tempo de uso das redes atingiu o pico em 2022 e caiu cerca de 10% nos países desenvolvidos. O The New York Times também destacou recentemente que esse movimento está levando grandes anunciantes a migrar parte de suas verbas de volta para meios tradicionais com ênfase especial no impresso, que tem recuperado relevância por ser visto como veículo de credibilidade e profundidade editorial. Para muitos executivos do setor, jornais e revistas voltam a oferecer algo que as redes não entregam: confiança.

Paralelamente, no Brasil, a chamada mídia tradicional vive um momento de retomada. O setor de mídia externa (OOH) registrou crescimento em faturamento em 2024, impulsionado por formatos digitais e grandes campanhas nacionais. A TV aberta voltou a concentrar parte relevante das verbas publicitárias. E jornais e revistas, antes vistos como meios em declínio, passam a ser usados novamente como ferramentas de construção de marca, influência e alcance.

Especialistas explicam que a virada não significa abandono do digital, mas sim um novo equilíbrio.