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Rio anuncia expansão de central de inteligência para apoio das forças de segurança

O sistema de monitoramento foi inaugurado em junho do ano passado para ajudar as forças de segurança estaduais e os órgãos municipais

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O prefeito Eduardo Paes anunciou, na manhã desta quinta-feira (10/07), a expansão da Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia de Apoio a Segurança Pública (Civitas), que vai ampliar o número de câmeras usadas no monitoramento da cidade.

A cidade do Rio de Janeiro contará com 20 mil câmeras operadas com recurso de inteligência artificial para apoiar a segurança pública da cidade até 2028. O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo prefeito Eduardo Paes no Centro de Operações e Resiliência do Rio (COR-Rio).

O sistema vai funcionar atrelado ao plano de expansão do projeto Civitas (Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública) do município.A ideia é que a expansão leve em conta critérios técnicos definidos em parceria com as forças de segurança: áreas com alta demanda de reforço policial, manchas criminais e zonas com vulnerabilidade tecnológica. Entre os locais que ganharão o equipamento estão as vias expressas, como a Avenida Brasil. Só não terá monitoramento nos parques da Tijuca e no da Pedra Branca. Todas as vias de grande circulação terão monitoramento.

Hoje, são cerca de 5.500 câmeras. O planejamento, dividido em fases, prevê 8.900 equipamentos até o fim deste ano. Até o carnaval de 2026 serão 9.300 em funcionamento, prevê a prefeitura.

Por sua vez, nos limites da cidade serão instalados o que foi batizado de Fronteiras Digitais: portais que permitem identificar automaticamente placas investigadas como clonadas, movimentações atípicas de carros e pessoas e movimentação de veículos suspeitos em tempo real.

A inteligência artificial, desenvolvida pela própria prefeitura, foi batizada de Íris. A promessa é que em dez segundos será possível cruzar dados de diferentes fontes, identificar atitudes suspeitas, reconhecer rostos, aglomerações e ajudar em investigações complexas. Ela também seria capaz de antecipar situações de risco com base em padrões anteriores.

Para isso, a IA opera com base de dados de diversas fontes tais como: Disque Denúncia, Central 1746, Instituto Fogo Cruzado, datalake municipal com dados de 20 secretarias, câmeras inteligentes e redes. O Civitas passará a funcionar em uma nova sala do COR-Rio, construída no ano passado para reuniões de trabalho relativas ao G20.

O Civitas foi inaugurado em junho de 2024. Nesta quinta-feira foi divulgado um balanço do projeto:

160 mil alertas emitidos em tempo real;

6,1 milhões de leituras diárias de placas;

Mais de 2 mil inquéritos, casos e apoio a operações policiais.