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Rio gasta R$90 mil com furtos e vandalismo contra monumentos públicos

A despesa contempla a reposição de peças, além de serviços de limpeza, manutenção e outras intervenções

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Estátua de Cazuza, no Leblon, teve os óculos de bronze furtados

A Prefeitura do Rio já chegou a R$ 90 mil em gastos com furtos e vandalismo contra monumentos públicos, apenas em 2026. A despesa contempla a reposição de peças, além de serviços de limpeza, manutenção e outras intervenções realizadas nos primeiros meses do ano para reparar danos ao patrimônio da cidade. 

Segundo a Secretaria Municipal de Conservação, a previsão é que essa o valor gasto com reparos alcance R$ 320 mil até agosto. Os gastos saem do orçamento da Gerência de Monumentos e Chafarizes, que tem previsão de R$ 2,1 milhões para este ano. 

No ano passado, a pasta desembolsou cerca de 30% do orçamento para reparar furtos e atos de depredação. 

De acordo com o balanço da Secretaria de Conservação, ao menos cinco monumentos já foram alvo de depredação neste ano. Um dos episódios mais recentes diz respeito à estátua de Cazuza, no Leblon, que novamente teve os óculos de bronze furtados.  

O monumento já havia passado por situação semelhante anteriormente, e a Secretaria de Conservação informou que faria uma vistoria no local e providenciaria os reparos necessários. 

Os maiores custos, segundo a prefeitura, estão na reposição de peças de bronze e na remoção de pichações, serviços que exigem mão de obra especializada.