Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Imóvel que desabou no Engenho Novo já tinha sido vistoriado pela Defesa Civil
Rio de Janeiro
Imóvel que desabou no Engenho Novo já tinha sido vistoriado pela Defesa Civil
Ataque a tiros deixa 6 mortos em bar de Nova Iguaçu
Nova Iguaçu
Ataque a tiros deixa 6 mortos em bar de Nova Iguaçu
PRF apreende medicamentos de origem paraguaia em Nova Iguaçu
Geral
PRF apreende medicamentos de origem paraguaia em Nova Iguaçu
Rio teve mais mortes do que nascimentos em 2025
Rio de Janeiro
Rio teve mais mortes do que nascimentos em 2025
Zona Sul tem um aparelho roubado a cada meia hora
Rio de Janeiro
Zona Sul tem um aparelho roubado a cada meia hora
Morre o ex-vereador Jorge Babu, aos 60 anos, autor da Lei do feriado de São Jorge
Geral
Morre o ex-vereador Jorge Babu, aos 60 anos, autor da Lei do feriado de São Jorge
Candidato de meia-esquerda vence eleição em Portugal
Mundo
Candidato de meia-esquerda vence eleição em Portugal

Rio poderá ter Ronda de Proteção à Infância

O projeto de lei será apreciado em segunda votação

Siga-nos no

reprodução

A violência contra crianças e adolescentes é uma grave violação dos direitos humanos e provoca consequências irreversíveis para as vítimas e suas famílias. Visando fortalecer políticas públicas de proteção a esse público, a Câmara do Rio volta a debater, a partir desta terça-feira (04/11), o PLC 27-A/2025, que cria a Ronda de Proteção à Infância (RPI).

Com a atribuição de apoiar a execução de medidas protetivas e cautelares, a ronda visa proteger a integridade física e psicológica de crianças e adolescentes e apoiar as instituições integrantes do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente em todo o município. “Nossa proposta é prevenir e combater a violência infantil garantindo a atuação dos agentes públicos na promoção de um atendimento mais ágil e humanizado”, explica Leniel Borel (PP), autor do projeto.

De acordo com a proposta, a ronda deverá prestar apoio aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Conselhos Tutelares e unidades de atendimento médico que prestem assistência a crianças vítimas de violência; e realizar visitas periódicas às residências para verificar o cumprimento das medidas protetivas e reprimir eventuais atos de violência.

Às equipes caberá fazer rondas ostensivas e comunitárias, bem como a vigilância nos equipamentos públicos urbanos voltados para acolhimento e atendimento a crianças e adolescentes. O projeto será analisado em 2ª votação. Caso seja aprovado, seguirá para sanção ou veto do prefeito.