Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Papa diz no Domingo de Ramos que Deus rejeita orações de quem promove guerras
Mundo
Papa diz no Domingo de Ramos que Deus rejeita orações de quem promove guerras
Crise do cacau encarece Páscoa e força mudança no hábito do consumidor
Brasil
Crise do cacau encarece Páscoa e força mudança no hábito do consumidor
Aposta única do Espírito Santo fatura R$ 37,9 milhões na Mega-Sena
Brasil
Aposta única do Espírito Santo fatura R$ 37,9 milhões na Mega-Sena
Governo Federal conclui reajuste de servidores em maio; ganho acumulado chega a 27%
Brasil
Governo Federal conclui reajuste de servidores em maio; ganho acumulado chega a 27%
Maduro diz estar “firme e em oração” antes do julgamento nos EUA
Mundo
Maduro diz estar “firme e em oração” antes do julgamento nos EUA
Adolescente com 22 passagens é apreendido em barraca de caipirinha em Ipanema
Rio de Janeiro
Adolescente com 22 passagens é apreendido em barraca de caipirinha em Ipanema
Milhões vão às ruas nos EUA contra escalada autoritária e guerra no Irã
Mundo
Milhões vão às ruas nos EUA contra escalada autoritária e guerra no Irã

Rio reconhece oficialmente casamentos da Umbanda e do Candomblé

Chefes de terreiro passam a ser reconhecidos como autoridades religiosas

Siga-nos no

O governador Cláudio Castro sancionou a lei que reconhece oficialmente os casamentos religiosos celebrados em ritos da Umbanda e do Candomblé no estado do Rio de Janeiro. A norma foi publicada em edição extra do Diário Oficial desta segunda-feira (15) e já está em vigor.

Com a nova legislação, chefes de terreiro, sacerdotes, babalorixás, ialorixás, pais e mães de santo passam a ser reconhecidos como autoridades religiosas habilitadas. Essas lideranças poderão celebrar casamentos dentro de suas comunidades e emitir declarações religiosas que, posteriormente, poderão ser convertidas em matrimônio civil.

O projeto de lei é de autoria dos deputados Átila Nunes e Yuri Moura e foi aprovado pela Assembleia Legislativa do Rio em novembro. A medida amplia o reconhecimento institucional das religiões de matriz africana e garante igualdade de tratamento em relação a outros credos.

Apesar da sanção, o governador vetou dois trechos do texto aprovado pela Alerj. Um deles previa que a recusa injustificada de cartórios em reconhecer autoridades religiosas poderia configurar intolerância religiosa. Segundo Cláudio Castro, o dispositivo criava obrigações para os cartórios, matéria que é de competência da União.

Outro artigo vetado tratava da criação de políticas públicas e da capacitação de agentes públicos e notariais sobre diversidade religiosa. De acordo com o governador, o trecho abordava temas que são de competência exclusiva do Poder Executivo.

Com a publicação da lei, os dispositivos aprovados já passam a valer, e as comunidades de Umbanda e Candomblé estão oficialmente autorizadas a celebrar casamentos com reconhecimento jurídico no estado.