O estado do Rio melhorou o desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) em 2025, na comparação com 2023. A nota, que considera escolas públicas e privadas do estado, avançou tanto no ensino fundamental quanto no ensino médio. Mas apesar da melhora, o desempenho ainda está abaixo da meta estabelecida para 2021.
Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Ministério da Educação (MEC). Nos anos iniciais do ensino fundamental, a média nacional foi de 6,3. O estado do Rio alcançou 6,1 e ficou em oitavo lugar entre os estados, empatado com Paraíba e Rondônia.
Nos anos finais do ensino fundamental, a média do país foi de 5,3. O Rio registrou nota 5,1, ficando em sexto lugar entre os estados, ao lado do Distrito Federal, Mato Grosso e Pernambuco.
Já no ensino médio, a média nacional chegou a 4,5. No estado do Rio, o índice foi de 4,2, deixando o estado em décimo lugar entre os estados, empatado com Acre, Rio Grande do Norte e Rondônia.
O Ministério da Educação divulga os dados municipais apenas da rede pública. Entre os destaques positivos está o município de Itaperuna, no Noroeste Fluminense. O Ideb geral da cidade passou de 6,7, em 2023, para 7,4 em 2025, superando a média nacional.
Por outro lado, a rede estadual de ensino médio, nas modalidades tradicional e profissionalizante, teve o segundo pior resultado do país, ficando à frente apenas do Distrito Federal.
Na capital fluminense, os resultados da rede pública ficaram acima da média nacional no ensino fundamental. Nos anos iniciais, o município do Rio alcançou nota 6,2, enquanto a média do Brasil foi de 6,1. Nos anos finais, a cidade registrou 5,2, contra 5 da média nacional.
Secretaria estadual de educação
A Secretaria de Estado de Educação disse que a rede estadual do Rio de Janeiro registrou crescimento no Ideb em relação à edição anterior e segue trabalhando para melhorar os resultados educacionais.
Afirmou ainda que o resultado reflete um conjunto de ações voltadas à melhoria da aprendizagem e à permanência dos estudantes na escola, como a ampliação da carga horária dos professores, o acompanhamento pedagógico contínuo da rede e a busca ativa de alunos com baixa frequência.








