Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Michelle Bolsonaro deixa a presidência do PL Mulher após crise interna
Política
Michelle Bolsonaro deixa a presidência do PL Mulher após crise interna
Seguros no RJ: zona norte tem custo quase 100% maior que a Zona Sul
Rio de Janeiro
Seguros no RJ: zona norte tem custo quase 100% maior que a Zona Sul
Policia Federal deflagra 2ª Fase da Operação Forja no Complexo da Maré
Rio de Janeiro
Policia Federal deflagra 2ª Fase da Operação Forja no Complexo da Maré
Greve na UERJ será decidida nesta quarta após aprovação de adicional na Alerj
Estado
Greve na UERJ será decidida nesta quarta após aprovação de adicional na Alerj
Turismo em alta: Rio espera receber 2,8 milhões de visitantes neste inverno
Rio de Janeiro
Turismo em alta: Rio espera receber 2,8 milhões de visitantes neste inverno
Alerj aprova diretrizes orçamentárias para 2027 com rigor nos gastos
Estado
Alerj aprova diretrizes orçamentárias para 2027 com rigor nos gastos
Terremoto de magnitude 6 atinge costa do México e provoca evacuação de prédios
Mundo
Terremoto de magnitude 6 atinge costa do México e provoca evacuação de prédios
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Rogério Andrade é preso pela morte Fernando Iggnácio

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco) prendeu, na manhã desta terça-feira (29), o bicheiro Rogério de Andrade e Gilmar Eneas Lisboa. Os dois foram denunciados pelo homicídio qualificado de Fernando de Miranda Iggnácio, ocorrido em novembro de 2020, no estacionamento de um heliporto no Recreio dos Bandeirantes. Rogério de Andrade foi preso em casa, na Barra da Tijuca.

Fernando Iggnácio e Rogério de Andrade, são, respectivamente, genro e sobrinho do falecido contraventor Castor de Andrade. Os mandados da operação Último Ato foram expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal do Tribunal do Júri e estão sendo cumpridos na Barra da Tijuca e em Duque de Caxias.

Em março de 2021, o MPRJ denunciou Rogério de Andrade pelo mesmo crime. No entanto, em fevereiro de 2022, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por maioria de votos, trancar a ação penal contra o contraventor, alegando falta de provas que demonstrem seu envolvimento no crime como mandante.

Por meio de novo Procedimento Investigatório Criminal (PIC), o Ganeco identificou não só sucessivas execuções protagonizadas pela disputa entre os contraventores Fernando Ignnácio e Rogério de Andrade, mas também a participação de uma outra pessoa no homicídio de Fernando.

De acordo com a denúncia, Gilmar Eneas Lisboa foi o responsável por monitorar a vítima até o momento do crime.