O Santuário Arquidiocesano Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, iniciou uma nova tradição litúrgica com a celebração mensal de uma missa em honra a Santa Dulce dos Pobres. A primeira cerimônia ocorreu nesta terça-feira, consolidando a união espiritual e institucional entre o monumento carioca e o santuário dedicado à religiosa em Salvador, na Bahia.
A homenagem busca manter vivo o legado de solidariedade e caridade da “Anjo Bom do Brasil”, canonizada em 2019. A iniciativa faz parte de um acordo de geminação que prevê ações conjuntas não apenas no campo religioso, mas também em áreas como educação, cultura, desenvolvimento sustentável e projetos sociais voltados aos mais vulneráveis.
Além da devoção à santa baiana, o Cristo Redentor mantém parcerias similares com outros centros de fé, como o Santuário Frei Galvão, de São Paulo. Todo dia 25, missas são presididas por freis paulistas aos pés do monumento, reforçando a integração entre diferentes regiões do país e valorizando a espiritualidade e os santos nacionais em um dos maiores símbolos do Brasil.
O intercâmbio entre os santuários do Rio e da Bahia promete ampliar o alcance das obras sociais de ambas as instituições. Enquanto o Cristo Redentor é um polo global de turismo e fé, o Santuário Santa Dulce dos Pobres, em Salvador, acolhe diariamente milhares de fiéis ao lado das obras assistenciais fundadas pela religiosa no Largo de Roma.






