Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
Destaque
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
CNT/MDA: Flávio Bolsonaro tem 50,7% dos votos válidos; Lula 49,3 %
Eleições 2026
CNT/MDA: Flávio Bolsonaro tem 50,7% dos votos válidos; Lula 49,3 %
MPE diz que não cabe à Justiça decidir sobre sigilos de candidatos e defende extinção do caso
Eleições 2026
MPE diz que não cabe à Justiça decidir sobre sigilos de candidatos e defende extinção do caso
TRE prevê eleição mais rápida neste domingo no RJ
Eleições 2026
TRE prevê eleição mais rápida neste domingo no RJ
Moraes manda bloquear R$ 6 bi de Willer Tomaz; bancos devem informar dados da empresa Alcazar
Brasil
Moraes manda bloquear R$ 6 bi de Willer Tomaz; bancos devem informar dados da empresa Alcazar
BC cria painel de dívidas e restringe crédito no Pix
Economia
BC cria painel de dívidas e restringe crédito no Pix
Projeto recuperará 6,6 mil hectares de Mata Atlântica na região norte fluminense
Norte Fluminense
Projeto recuperará 6,6 mil hectares de Mata Atlântica na região norte fluminense
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Sargento baleado em megaoperação recebe alta

Policial ficou 17 minutos clinicamente morto após parada cardiorrespiratória

Siga-nos no

Reprodução

O sargento da Polícia Militar Carlos Alair da Costa Sales, de 41 anos, recebeu alta após 20 dias internado no Hospital Central da PM. Ele foi baleado no ombro durante a megaoperação realizada no dia 28 nos Complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio. O ferimento atingiu uma artéria vital e causou intensa hemorragia.

Segundo a corporação, o sargento sofreu uma parada cardiorrespiratória e ficou clinicamente morto por 17 minutos até ser reanimado pela equipe médica. A rápida atuação dos profissionais do HCPM foi considerada decisiva para salvar sua vida. Após o procedimento, ele seguiu em recuperação.

O disparo de fuzil atravessou o ombro e alcançou uma artéria importante, o que provocou o sangramento que levou à parada cardíaca. O policial deixou o hospital consciente e caminhando, mas ainda não tem previsão de retorno ao trabalho e seguirá sob acompanhamento médico.

Carlos Alair foi ferido durante a Operação Contenção, considerada a mais letal da história do Rio. A ação tinha como objetivo cumprir 100 mandados de prisão e 150 de busca e apreensão contra integrantes do Comando Vermelho.

Segundo dados das polícias Civil e Militar, a operação terminou com 121 mortes, 113 presos, 10 menores apreendidos e grande volume de armas e drogas confiscadas, incluindo 91 fuzis e uma tonelada de entorpecentes.