Os profissionais que trabalham nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estaduais do Rio de Janeiro passam a contar com um novo aliado para a segurança no ambiente de trabalho. A Secretaria de Estado de Saúde (SES) concluiu a primeira etapa de implementação do “botão do pânico”, um dispositivo de segurança instalado para proteger as equipes de saúde e funcionários contra ameaças, agressões e situações de violência.
O sistema foi desenhado para garantir uma resposta rápida e integrada das forças policiais. O acionamento ágil é feito diretamente por meio de um sistema de emergência instalado nos computadores da unidade de saúde. No momento do clique, ocorre o envio automático de dados, repassando a localização exata do hospital ou posto. Os canais de alerta enviam o chamado simultaneamente para a equipe de segurança interna da própria unidade e para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) da Polícia Militar. Ao receber a notificação, a PMERJ deve despachar a viatura mais próxima para prestar suporte imediato no local da ocorrência.
A cobertura da lei abrange não apenas médicos, enfermeiros e técnicos, mas também vigias e outros colaboradores de hospitais, clínicas e postos — sejam eles públicos, privados ou conveniados. O texto legal enquadra como violência qualquer ato que resulte em lesão corporal, morte, ameaça, dano patrimonial, psicológico ou psiquiátrico. Com essa medida, o Governo do Estado busca construir um ambiente de trabalho mais seguro e humanizado para quem cuida da população fluminense.










