O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (27/5), o projeto de lei (PL 1.315/26) que estabelece as regras e as diretrizes para a realização da Copa do Mundo Feminina da FIFA de 2027, que terá o Brasil como país-sede. Como a proposta já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados, o texto segue agora diretamente para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Além das garantias para o torneio de 2027, como normas sobre o comércio nos locais oficiais das partidas, de feriados nos dias em que a Seleção Brasileira entrar em campo, o projeto traz um importante reconhecimento histórico. O texto prevê o pagamento de um prêmio de R$ 500 mil para cada jogadora que defendeu a Seleção Brasileira nas edições do Mundial, em 1988 e 1991. Com a sanção da lei, a expectativa é que cerca de 30 atletas sejam beneficiadas.
O reconhecimento às precursoras do futebol feminino nacional pode ser ainda mais amplo. Em paralelo, tramita o PL 2.653, que propõe estender a mesma premiação financeira de R$ 500 mil às atletas que disputaram a Copa do Mundo de 1995. Esta segunda proposta passará por comissões temáticas antes de ser votada no Plenário do Senado.
A Copa do Mundo Feminina de 2027 será realizada entre os dias 24 de junho e 25 de julho. O principal torneio do futebol feminino passará por oito capitais brasileiras: Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.










