Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Alta no querosene de aviação pressiona companhias aéreas
Brasil
Alta no querosene de aviação pressiona companhias aéreas
Servidores do Colégio Pedro II suspendem atividades em protesto
Rio de Janeiro
Servidores do Colégio Pedro II suspendem atividades em protesto
Comunidades de Mangaratiba são convocadas para debate sobre ampliação do Tebig
Costa Verde
Comunidades de Mangaratiba são convocadas para debate sobre ampliação do Tebig
Governo formaliza indicação de Jorge Messias ao STF
Brasil
Governo formaliza indicação de Jorge Messias ao STF
BR-101 deve receber mais de 450 mil veículos no feriado de Páscoa
Estado
BR-101 deve receber mais de 450 mil veículos no feriado de Páscoa
Castra Mais RJ amplia atendimento e chega a novos bairros do Rio
Rio de Janeiro
Castra Mais RJ amplia atendimento e chega a novos bairros do Rio
Rede estadual de saúde garante atendimento contínuo no feriado da Semana Santa
Estado
Rede estadual de saúde garante atendimento contínuo no feriado da Semana Santa

Senado derruba veto e mantém desoneração da folha para 17 setores da economia

Siga-nos no

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Nesta quinta-feira, 14/12, o Senado Federal decidiu derrubar integralmente o veto do presidente Lula ao projeto de lei que prorroga até 2027 a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia que mais empregam no país. Para a decisão definitiva do Congresso Nacional, ainda é necessário a análise do veto por parte da Câmara, o que está ocorrendo nesta tarde.

No Senado, foram 60 votos para derrubada do veto e 13 para manutenção.

Entidades empresariais e sindicatos ressaltam que a desoneração é importante para a geração e manutenção de emprego e renda. O texto foi aprovado pelo Congresso em outubro e vetado em novembro. A desoneração perderia validade em dezembro se não fosse prorrogada.

A proposta de desoneração da folha substituiu a contribuição previdenciária patronal de empresas de setores que são grandes empregadores, de 20%, por alíquotas de 1% a 4,5% sobre a receita bruta.

Essa troca diminui custos com contratações para 17 setores, como têxtil, calçados, construção civil, call center, comunicação, fabricação de veículos, tecnologia e transportes. Os segmentos são responsáveis por gerar cerca de 9 milhões de empregos formais. Sem a prorrogação, a desoneração da folha de pagamentos terminaria no fim deste ano.