Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Pedidos de autoexclusão de bets disparam durante a Copa do Mundo
Brasil
Pedidos de autoexclusão de bets disparam durante a Copa do Mundo
Anvisa proíbe venda de azeite San Oliveto e suspende doces da Fatti a Mano por irregularidades
Brasil
Anvisa proíbe venda de azeite San Oliveto e suspende doces da Fatti a Mano por irregularidades
Prefeitura publica lista definitiva para concessão de mais de 5 mil autonomias de táxi
Rio de Janeiro
Prefeitura publica lista definitiva para concessão de mais de 5 mil autonomias de táxi
UFF lança assistente de IA com informações sobre a 78ª Reunião Anual da SBPC
Geral
UFF lança assistente de IA com informações sobre a 78ª Reunião Anual da SBPC
Arma apreendida com Márcio Canella era da PM, aponta documento
Política
Arma apreendida com Márcio Canella era da PM, aponta documento
Forças de segurança sufocam o Comando Vermelho na Zona Sudoeste do Rio
Mais Quentes
Forças de segurança sufocam o Comando Vermelho na Zona Sudoeste do Rio
Lula reúne lideranças do PT e PSD para fortalecer palanque no Rio de Janeiro
Política
Lula reúne lideranças do PT e PSD para fortalecer palanque no Rio de Janeiro
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

STF forma maioria contra marco temporal para demarcação de terras indígenas

Corte soma seis votos pela inconstitucionalidade da tese no julgamento virtual

Siga-nos no

Reprodução
O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta quarta-feira, 17, maioria de votos pela inconstitucionalidade do marco temporal para demarcação de terras indígenas. Até o momento, a Corte tem placar de 6 votos a 0 contra a restrição às demarcações. A maioria foi formada pelos votos dos ministros Gilmar Mendes, relator, Flavio Dino, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Faltam quatro votos.

A votação virtual começou na segunda-feira, 15, e fica aberta até quinta-feira, 18, às 23h59.

Dois anos após a Corte declarar o marco inconstitucional, os ministros voltaram a analisar o tema. Em 2023, o STF considerou que o marco temporal é inconstitucional. Além disso, o marco também foi barrado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que vetou parte da Lei 14.701/2023 , na qual o Congresso validou a regra. Contudo, os parlamentares derrubaram o veto de Lula.

Dessa forma, voltou a prevalecer o entendimento de que os indígenas somente têm direito às terras que estavam em sua posse no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que estavam em disputa judicial na época.

Após a votação do veto presidencial, o PL, o PP e o Republicanos protocolaram no STF ações para manter a validade do projeto de lei que reconheceu a tese do marco temporal.

Por outro lado, entidades que representam os indígenas e partidos governistas também recorreram ao Supremo para contestar novamente a constitucionalidade da tese.

Em paralelo ao julgamento do Supremo, o Senado aprovou na semana passada a proposta de Emenda à Constituição (PEC) 48/23 que insere a tese do marco temporal na Carta Magna.