Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Niterói recebe grandes eventos de esportes de areia e promete fim de semana movimentado
Niterói
Niterói recebe grandes eventos de esportes de areia e promete fim de semana movimentado
Rio registra alta no turismo internacional e recebe mais de 310 mil estrangeiros em fevereiro
Rio de Janeiro
Rio registra alta no turismo internacional e recebe mais de 310 mil estrangeiros em fevereiro
TSE rejeita ação do PL contra Lula por homenagem em desfile de escola de samba
Política
TSE rejeita ação do PL contra Lula por homenagem em desfile de escola de samba
Polícia recupera cargas de remédios contra câncer roubadas no Rio e na Baixada
Estado
Polícia recupera cargas de remédios contra câncer roubadas no Rio e na Baixada
Detran RJ vai oferecer atendimento prioritário para idosos e pessoas com deficiência neste sábado
Estado
Detran RJ vai oferecer atendimento prioritário para idosos e pessoas com deficiência neste sábado
Obra em sistema de água vai beneficiar 45 mil moradores de Maricá
Maricá
Obra em sistema de água vai beneficiar 45 mil moradores de Maricá
Operações policiais na Maré deixaram 160 mortos em uma década, aponta relatório
Estado
Operações policiais na Maré deixaram 160 mortos em uma década, aponta relatório

STJ mantém a prisão preventiva do ex-presidente do Rioprevidência

Deivis Marcon Antunes é investigado por possível gestão temerária, crime contra o Sistema Financeiro Nacional.

Siga-nos no

Deivis Marcon Antunes. Foto: Divulgação

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) mantém a prisão preventiva do ex-presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes. O homem foi preso em investigação por supostas irregularidades em operações financeiras com o Banco Master, que somariam cerca de R$ 970 milhões.

A decisão do ministro Carlos Pires Brandão, que negou pedido de revogar a prisão, ainda pode ser analisada por outros ministros do STJ. Deivis é investigado por possível gestão temerária, crime contra o Sistema Financeiro Nacional.

De acordo com Brandão, há indícios suficientes de autoria e materialidade dos crimes, além de risco concreto de interferência nas investigações.

Segundo o STJ, há elementos que indicam tentativa de obstrução, como a formatação e o apagamento de imagens do sistema de câmeras de um condomínio ligado ao investigado, a movimentação considerada atípica de malas e caixas entre imóveis associados a ele, a retirada de objetos pouco antes de uma operação de busca e apreensão e a reorganização patrimonial envolvendo veículos de luxo em meio ao avanço das investigações.

Para o relator, esses fatores apontam uma “fundada suspeita de embaraço à colheita de provas”, o que justifica a prisão como forma de garantir o regular andamento do processo.

Além disso, a investigação se baseia em auditorias e apurações que indicam falhas graves na gestão dos investimentos do Rioprevidência, como a ausência de estudos técnicos para embasar decisões de investimento, mudanças em regras internas que facilitaram a aplicação de recursos, a elevada concentração de valores em uma única instituição financeira e o uso de intermediários sem justificativa formal.

A defesa de Deivis Marcon Antunes alega que a prisão é baseada em suposições e que não há prova de que ele tenha interferido nas investigações. Ainda de acordo com os advogados de defesa, o investigado colaborou com as autoridades, entregou senhas e se colocou à disposição.

Com isso, foi pedido a substituição da prisão por medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica e retenção de passaporte, mas o pedido foi rejeitado.