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Trabalhadores do Rio Sem LGBTfobia fazem manifestação no TJRJ por salários atrasados

Ato começou às 10h desta quinta-feira (2), no Centro do Rio, para cobrar a regularização dos pagamentos

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Divulgação

Trabalhadores do programa Rio Sem LGBTfobia realizaram, na manhã desta quinta-feira (2), uma manifestação em frente ao Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), no Centro da cidade. O ato teve início às 10h e reuniu profissionais que cobram a regularização dos salários, que, segundo a categoria, estão atrasados há três meses.

O programa, vinculado à Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, é uma das principais políticas públicas voltadas à promoção da cidadania e à defesa dos direitos da população LGBTQIA+ no estado do Rio. De acordo com os trabalhadores, mais de 400 profissionais que atuam diretamente na iniciativa ainda não receberam os pagamentos referentes aos últimos três meses.

Durante o ato, dezenas de trabalhadores exibiram cartazes, camisas do programa e leques com pedidos em favor da continuidade do programa.

A categoria afirma que a situação compromete o funcionamento da rede de atendimento e coloca em risco a continuidade dos serviços prestados diariamente. Atualmente, o Rio Sem LGBTfobia mantém 24 Centros de Cidadania LGBTQIA+ e Núcleos de Atendimento Descentralizado distribuídos em diferentes regiões do estado.

Nas unidades, são oferecidos acolhimento, acompanhamento psicossocial, orientação jurídica, encaminhamento para políticas públicas e atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade. O programa também é responsável pela Escola Divinis, projeto de capacitação profissional voltado para pessoas LGBTQIA+ e idosos, com cursos de costura, qualificação profissional e atividades de geração de renda.

Segundo os manifestantes, a mobilização buscou pressionar pela regularização dos repasses e evitar a interrupção de uma política pública que atende milhares de pessoas em todo o estado.