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Trump sanciona projeto que encerra shutdown mais longo da história dos EUA

Decreto interrompe a paralisação que durou 43 dias

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reprodução

O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou na madrugada desta quinta-feira (13), o projeto de lei que encerra a paralisação do governo federal, o shutdown mais longo da história do país, após 43 dias.

A assinatura aconteceu horas após a Câmara dos Representantes aprovar, horas antes, o projeto de lei que estende o financiamento do governo até janeiro de 2026, evitando uma nova crise orçamentária. O texto recebeu 222 votos favoráveis, sendo seis de democratas, e 209 contrários, incluindo dois republicanos.

O pacote garante o financiamento integral de áreas como agricultura, construção militar e pagamento de veteranos, além de programas do Poder Legislativo. Também assegura o pagamento retroativo a todos os funcionários federais afetados pela paralisação e anula as demissões realizadas desde 1º de outubro.

Nos demais setores, o orçamento segue temporário, com validade até 30 de janeiro, data-limite para que o Congresso alcance um novo acordo. O projeto ainda proíbe cortes de pessoal até essa data e impede novas medidas de redução de funcionários.

“Nos últimos 43 dias, os democratas no Congresso paralisaram o governo dos Estados Unidos”, disse Trump antes de assinar a lei, acusando seus oponentes de tentarem “extorquir os contribuintes americanos”.

Durante o shutdown, os impactos foram sentidos em diversas áreas. A Administração Federal de Aviação (FAA) relatou falta de pessoal em centros de controle aéreo em cidades como Nova York, Indianápolis, Jacksonville e Albuquerque, o que levou ao atraso e cancelamento de voos. Também houve interrupção na divulgação de estatísticas econômicas oficiais, devido à paralisação de agências responsáveis pelos levantamentos.

O impasse político girava em torno do financiamento da Lei de Acesso à Saúde (Affordable Care Act), que republicanos tentavam reduzir. Mesmo após a aprovação do projeto, parte da oposição democrata criticou o acordo e questionou a liderança do partido no Senado.

Com o decreto assinado, o governo norte-americano retoma plenamente suas atividades e os funcionários públicos voltam ao trabalho ainda nesta semana, marcando o fim de um dos períodos mais tensos da política recente nos Estados Unidos.