Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
VLT Carioca denuncia à Polícia desafio das redes sociais que coloca passageiros em risco
Rio de Janeiro
VLT Carioca denuncia à Polícia desafio das redes sociais que coloca passageiros em risco
Jovens lideranças do PT lançam movimento para renovar bancada na Câmara em 2026
Brasil
Jovens lideranças do PT lançam movimento para renovar bancada na Câmara em 2026
Justiça do Rio determina recálculo de dívida de IPTU com limite da taxa Selic
Rio de Janeiro
Justiça do Rio determina recálculo de dívida de IPTU com limite da taxa Selic
SUS passa a oferecer novo medicamento para tratamento da esclerose lateral amiotrófica
Brasil
SUS passa a oferecer novo medicamento para tratamento da esclerose lateral amiotrófica
Gerp divulga intenção de voto para governador no Rio de Janeiro
Política
Gerp divulga intenção de voto para governador no Rio de Janeiro
Rio reforça alerta para prevenção de afogamentos após desaparecimento de adolescente em Arraial do Cabo
Estado
Rio reforça alerta para prevenção de afogamentos após desaparecimento de adolescente em Arraial do Cabo
Governo deve distribuir R$ 13,2 bilhões do lucro do FGTS aos trabalhadores
Brasil
Governo deve distribuir R$ 13,2 bilhões do lucro do FGTS aos trabalhadores
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Unicef alerta que guerra pode empurrar 23 milhões de crianças para a pobreza

Relatório aponta que alta dos preços de alimentos e energia ameaça reverter avanços no combate à pobreza infantil em todo o mundo

Siga-nos no

Foto: Reprodução

Um relatório divulgado pela Unicef acende um alerta global: até 23,4 milhões de crianças podem entrar em situação de pobreza até o fim de 2026 devido aos impactos econômicos da guerra no Oriente Médio.

O estudo, elaborado com dados de mais de 167 países, mostra que o aumento dos preços dos alimentos e da energia, aliado à desaceleração da atividade econômica, pode comprometer anos de avanços no combate à pobreza infantil e ampliar as desigualdades sociais.

Segundo a agência da ONU para a infância, em um cenário considerado adverso, cerca de 18,3 milhões de crianças devem ser afetadas. Caso os conflitos se prolonguem ou se intensifiquem, esse número pode chegar a 23,4 milhões.

A diretora-executiva da Unicef, Catherine Russell, afirmou que crianças de diversas partes do mundo estão sofrendo os reflexos da crise, mesmo longe das áreas de conflito. Segundo ela, o aumento do custo de vida pode tornar alimentos, educação e serviços essenciais cada vez mais inacessíveis para milhões de famílias.

O relatório destaca que cerca de 80% do aumento previsto da pobreza infantil deve ocorrer na Ásia e na África, regiões que já enfrentam elevados índices de vulnerabilidade social. Países como Somália e Etiópia já registram forte alta nos preços dos combustíveis, da água e dos alimentos, agravando as dificuldades da população.

Diante do cenário, a Unicef pede que governos, instituições financeiras e países doadores ampliem os investimentos em saúde, educação, nutrição e proteção social, além de adotar medidas para apoiar as economias mais vulneráveis e evitar que milhões de crianças sejam empurradas para condições ainda mais precárias de vida.