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Vasco repete roteiro rodada após rodada e vive crise sem fim

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Foto: André Durão

O calvário do Vasco no Campeonato Brasileiro parece não ter fim. Rodada após rodada o roteiro se repete. O time joga mal, é derrotado e parece se aproximar do rebaixamento, apesar de ainda faltarem 24 jogos para o fim da competição. Foram oito derrotas nas útlimas nove rodadas.

Contra o Cruzeiro não foi diferente. Esfacelado, o Vasco foi derrotado em São Januário por 1 a 0. Foi um time esforçado, com uma nova formação, mas que segue com extrema dificuldade na criação e desmorona quando as coisas começam a dar errado. O pouco de organização e sobriedade que a equipe apresentou desapareceu após o gol do time mineiro, no fim do primeiro tempo.

É uma situação cada vez mais dramática, que o clube promete colocar um ponto final, com a chegada imediata de reforços e de um treinador. Após o jogo, o diretor Paulo Bracks se disse envergonhado, prometeu um novo comandante nesta semana e “oxigenação” no elenco, com contratações. De fato é emergencial a mudança de postura, antes que a volta para a Série B seja inevitável.

O técnico William Batista mandou a campo uma formação inédita neste ano. Não apenas em relação aos nomes, mas também na forma de jogar. Com quatro atacantes de ofício, mas sem centroavante, a linha de frente se movimentou bastante. Gabriel Pec e Erick Marcus jogaram mais avançados, enquanto Orellano e Serginho atuaram abertos pelos lados, em uma linha de quatro no meio de campo.

O time começou insinuante, usando bem o lado esquerdo do ataque. A primeira chance do nasceu por ali, após belo passe de Serginho para Pec, que chutou rente à trave. Mas ficou nisso. Em um jogo tecnicamente muito fraco, o Vasco voltou a ter muita dificuldade em criar chances de gol.

Apesar das poucas oportunidades na sequência, o Vasco foi ligeiramente melhor na maior parte do primeiro tempo. Matheus Carvalho e Marlon Gomes tiveram liberdade para avançar pelo meio. Matheus, inclusive, quase marcou no fim da primeira etapa. Faltou, no entanto, alguém com mais criatividade para municiar tantos atacantes.

Foi um Vasco que ao menos teve com mais movimentação, colocou a bola no chão e não abusou de cruzamentos. Foi um time razoavelmente organizado, que passou poucos sustos na primeira etapa. Mas quando a fase não é boa…

Nos acréscimos do primeiro tempo, Machado cobrou falta cruzada e marcou para o Cruzeiro. Um chute difícil, porém, defensável. Léo Jardim não conseguiu segurar, e o Vasco foi e voltou de cabeça baixa do vestiário.

A organização do primeiro tempo deu lugar ao desespero. O time ficou com a bola, mas praticamente não criou, diante de um Cruzeiro bem postado, que, com a vantagem, explorava os contra-ataques. A jogada mais perigosa do Vasco eram os laterais cobrados por Léo na área.

O time mineiro, inclusive, esteve mais próximo do segundo gol do que o Vasco do empate. A dificuldade da equipe carioca em criar é gritante. Já são seis jogos seguidos sem gol em São Januário. O que escancara que a chegada de um novo técnico é importante, mas a contratação de reforços também é fundamental.