A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) realizou nesta segunda-feira (07/07) uma fiscalização no aterro sanitário de Seropédica, na Região Metropolitana do Rio, para investigar as causas do vazamento de chorume confirmado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea).
O caso ganhou repercussão após moradores relatarem a circulação de caminhões-tanque e alterações na coloração da água de um córrego próximo ao aterro. Após vistoria técnica, o Inea constatou o extravasamento de chorume bruto, que atingiu áreas próximas ao cinturão verde de proteção e um corpo hídrico da região.
Como medida emergencial, o órgão determinou ações para conter o vazamento, incluindo a drenagem e sucção do material por caminhões a vácuo, a remoção de solo contaminado e o esvaziamento da lagoa de chorume que apresentou o problema.
O Inea também orientou os moradores a não utilizarem água de poços, córregos e rios próximos ao aterro até a conclusão das análises sobre possíveis impactos ambientais.
A empresa Regenera Rio, responsável pela operação do aterro, informou que o incidente foi controlado e que todas as medidas previstas nos protocolos ambientais foram adotadas. Já a Comlurb afirmou que solicitou esclarecimentos à concessionária após tomar conhecimento do caso.
As investigações seguem em andamento para apurar as causas do vazamento e seus possíveis impactos ambientais.










