Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Anac quer limitar responsabilização de áreas em casos de atraso e cancelamento de voos
Destaque
Anac quer limitar responsabilização de áreas em casos de atraso e cancelamento de voos
Espetáculo infantil discute saúde mental e sustentabilidade na Zona Sul do Rio
Cultura
Espetáculo infantil discute saúde mental e sustentabilidade na Zona Sul do Rio
Maracanã lidera ranking de estádios mais “intimidadores” do Brasil em 2026, diz estudo
Esportes
Maracanã lidera ranking de estádios mais “intimidadores” do Brasil em 2026, diz estudo
Pesquisa aponta que Lula lidera em todos os cenários para as eleições 2026
Política
Pesquisa aponta que Lula lidera em todos os cenários para as eleições 2026
Psol aciona STF contra ‘gratificação faroeste’ a policiais e alerta para risco de estímulo à letalidade
Política
Psol aciona STF contra ‘gratificação faroeste’ a policiais e alerta para risco de estímulo à letalidade
Ação integrada de ordenamento na Avenida Brasil retira mais de 17 toneladas de objetos acumulados
Rio de Janeiro
Ação integrada de ordenamento na Avenida Brasil retira mais de 17 toneladas de objetos acumulados
Anvisa proíbe venda de tirzepatida das marcas Synedica e TG e de retatrutida
Saúde
Anvisa proíbe venda de tirzepatida das marcas Synedica e TG e de retatrutida

Violência digital atinge quase 9 milhões de brasileiras em 12 meses

Pesquisa inédita revela ataques, ameaças, invasões e difamações nas redes.

Siga-nos no

Uma pesquisa inédita do Datasenado, em parceria com a Nexus, mostra um cenário alarmante: quase 9 milhões de mulheres brasileiras — uma em cada dez com 16 anos ou mais — sofreram algum tipo de violência digital no último ano. Foram mais de 21 mil entrevistas em todo o país, revelando agressões que vão de mensagens ofensivas e ameaçadoras à invasão de contas e difusão de mentiras nas redes sociais. Para pesquisadores, esses ataques se tornaram tão comuns que muitas mulheres passaram a considerar esse tipo de violência como algo normal.

O estudo aponta que, no ambiente virtual, as vítimas demoram mais a perceber e denunciar as agressões, o que favorece a continuidade dos ataques. Especialistas defendem que, além da denúncia, é essencial que plataformas ofereçam mais segurança e que haja investigação rápida e punição dos agressores. A educação de meninos e jovens para o respeito às mulheres também aparece como parte importante da solução.

O levantamento traz ainda o relato de uma jovem de 22 anos que há quatro anos é perseguida e ameaçada na internet, com mensagens de violência sexual e montagens feitas com inteligência artificial. Ela descreve medo constante e impacto direto na rotina. Para denunciar, as vítimas podem procurar delegacias físicas ou especializadas, além da Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos da Safernet e da Central Ligue 180, que funciona 24 horas por dia e garante anonimato a quem busca ajuda.