Viradouro foi escolhida como segunda finalista para o prêmio de melhor escola do Estandarte de Ouro. A escola emocionou ao levar para a Marquês de Sapucaí em 2026 o enredo “Pra cima, Ciça”, em homenagem ao mestre de bateria que soma 15 anos de história na agremiação e totaliza quase 40 no posto. Ela foi a terceira a desfilar na madrugada desta terça-feira, segundo dos três dias de apresentações do Grupo Especial do Rio.
Para o júri, ficou a clareza de que a escola soube explorar com maestria o carisma dessa figura, tanto como representante do sambista tradicional quanto pela sua presença marcante. Ciça abriu e fechou o desfile. Após se apresentar na comissão de frente, foi de moto encontrar os ritmistas da Viradouro, , que foram posicionados no final. Junto com a bateria, o mestre subiu em um carro alegórico, acompanhado pela atriz Juliana Paes — que voltou ao posto de rainha após um hiato de 17 anos. De lá, Ciça regeu a escola de cima.
Na avenida, Ciça tornou-se um símbolo de todos os sambistas, com o enredo traçando sua trajetória e homenageando suas contribuições ao carnaval. Segundo o júri, foram destaques a emoção e o samba, que superou as expectativas, com uma ótima execução.
Das quatro escolas que desfilaram no primeiro dia, a Imperatriz Leopoldinense foi escolhida a primeira finalista para o prêmio de melhor escola do Estandarte de Ouro. A agremiação de Ramos levou para a Avenida o enredo Camaleônico, em homenagem ao cantor Ney Matogrosso, ícone da música popular brasileira. Ela foi a segunda a desfilar neste domingo.






