Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Entretenimento
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Estado
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Política
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Brasil
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Política
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
Rio de Janeiro
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Vírus letal avança entre ararinhas-azuis e ameaça projeto de reintrodução

ICMBio confirma 11 aves contaminadas e reforça medidas para conter a disseminação do vírus.

Siga-nos no

O ICMBio confirmou, nesta quarta-feira (26), que 11 ararinhas-azuis soltas na natureza testaram positivo para circovírus — um vírus altamente letal para psitacídeos e sem tratamento disponível. A detecção acende um alerta sério sobre a sobrevivência da espécie, reintroduzida em 2022 após mais de duas décadas de extinção na natureza.

As aves contaminadas vivem na região de Curaçá, na Bahia, e foram recapturadas no início de novembro justamente por suspeitas de infecção. O primeiro caso havia sido identificado em maio deste ano, mas o número subiu para 11 indivíduos após novas análises conduzidas pelo ICMBio.

O circovírus provoca perda de penas, deformidades no bico e, na maioria dos casos, morte. Embora não ofereça risco a humanos ou aves de criação, representa uma ameaça direta à recuperação da ararinha-azul, que possui uma população mundial de menos de 200 indivíduos — boa parte ainda mantida em cativeiro.

Com a confirmação dos novos casos, as aves estão sendo divididas entre positivas e negativas, em um esforço para interromper a circulação do vírus. O ICMBio afirma que a prioridade agora é conter o surto e impedir que a contaminação avance para outros psitacídeos da região.

A investigação sobre a origem do vírus continua, e as autoridades reforçam as medidas de biossegurança no criadouro de Curaçá, que abriga 103 ararinhas.