Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
França bate Marrocos, vai à semi e iguala marca histórica do Brasil no Mundial
Esportes
França bate Marrocos, vai à semi e iguala marca histórica do Brasil no Mundial
ANAC proíbe cobrança para marcar assentos de menores de 16 ano
Brasil
ANAC proíbe cobrança para marcar assentos de menores de 16 ano
Prefeitura lança segunda etapa do Sistema Rio para modernizar ônibus
Rio de Janeiro
Prefeitura lança segunda etapa do Sistema Rio para modernizar ônibus
Rock in Rio: Prefeitura do Rio reforça credenciamento para veículos de moradores
Rio de Janeiro
Rock in Rio: Prefeitura do Rio reforça credenciamento para veículos de moradores
Festival de Gramado desembarca no Rio para anunciar estrelas homenageadas em 2026
Cultura
Festival de Gramado desembarca no Rio para anunciar estrelas homenageadas em 2026
Casa Firjan recebe exposição inédita que transforma o tempo em arte através da fotografia
Cultura
Casa Firjan recebe exposição inédita que transforma o tempo em arte através da fotografia
Família e colegas se despedem de policial morto em Guadalupe com homenagens em Niterói
Região Metropolitana
Família e colegas se despedem de policial morto em Guadalupe com homenagens em Niterói
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Zé da Velha, mestre do choro e da música instrumental, morre aos 83 anos

Trombonista foi elo entre a velha guarda e novas gerações e marcou a história da música brasileira

Siga-nos no

Foto: Reprodução

Morreu nesta sexta-feira (26), aos 83 anos, o trombonista sergipano Zé da Velha, um dos grandes nomes do choro e da música instrumental brasileira. O músico, vítima de uma infecção bacteriana, construiu uma carreira de mais de 60 anos e se tornou referência pela preservação e renovação do gênero.

Nascido em Aracaju, em 1º de junho de 1942, com o nome de José Alberto Rodrigues Matos, Zé da Velha iniciou a trajetória profissional ainda jovem. Nos anos 1950, integrou o conjunto Velha Guarda ao lado de Donga e Pixinguinha, período em que recebeu o apelido que o consagrou. Ao longo da carreira, passou por grupos como Conjunto Sambalândia, Orquestra Gentil Guedes, Chapéu de Palha e Suvaco de Cobra, sempre com o trombone como marca registrada.

Em 1986, formou uma parceria histórica com o trompetista Silvério Pontes, com quem criou a dupla conhecida como “a menor big band do mundo”, referência no choro e no samba instrumental.

A morte de Zé da Velha gerou comoção no meio musical. Silvério Pontes prestou homenagem nas redes sociais, lembrando o amigo como um “pai musical” e destacando sua sensibilidade ao tocar, marcada pelo respeito à tradição e à emoção.

Ainda não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento do músico.