O Estado do Rio tem, até a data de hoje, 538 mulheres vítimas de violência doméstica protegidas pelo Botão do Pânico, ferramenta utilizada pelo Governo do Estado. Entre janeiro e julho de 2026, o dispositivo foi acionado 67 vezes. O equipamento é monitorado pela Secretaria de Polícia Penal (Seppen) e está vinculado à tornozeleira eletrônica utilizada pelo agressor.
Atualmente, 828 homens envolvidos em casos de violência doméstica são monitorados eletronicamente no estado. Segundo o Governo do Rio, desde a implantação do sistema, nenhuma mulher monitorada sofreu agressão em situações relacionadas à aproximação do agressor, graças à atuação integrada das forças de segurança.
Determinação judicial
A utilização da tornozeleira eletrônica e do Botão do Pânico depende de determinação judicial. Após a decisão da Justiça, a vítima recebe o dispositivo em uma unidade da Secretaria de Polícia Penal.
O sistema permite acompanhar a localização do agressor monitorado e identificar uma eventual aproximação entre ele e a vítima, conforme as condições estabelecidas judicialmente.
Em uma situação de risco, a mulher pode acionar o Botão do Pânico. O alerta é recebido pela Polícia Penal, que adota os procedimentos necessários e comunica a ocorrência à Polícia Militar.
A PM, então, é responsável pelo deslocamento da equipe até o local para realizar o atendimento da vítima.








