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Queiroz diz que bicheiro Bernardo Bello tem participação no caso Marielle

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Foto: Reprodução

Em um de seus depoimentos, o ex-policial militar Élcio de Queiroz afirmou que o bicheiro Bernardo Bello tem participação no assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes.

Um celular e o carro utilizado no crime, um Colbalt prata, teria sido fornecido para Ronnie Lessa pelo grupo de Bello, um dos líderes do jogo do bicho no Rio de Janeiro. Ronnie é acusado de atirar contra as vítimas. Os detalhes da oitiva foram revelados pelo jornal Folha de S.Paulo neste domingo 30.

A delação envolve Bello e o chefe de sua segurança, José Carlos Roque Barboza. O Ministério Público do Rio e a Polícia Federal investigam a acusação e intensificaram as buscas pelo bicheiro, que está foragido.

Em outro depoimento, Queiroz já havia afirmado que Lessa utilizava um celular “diferenciado”.

“Depois ele tinha alguns encontros com outra pessoa, vou falar posteriormente; encontros casuais; apareceu também celular, que eu achei estranho aquele celular aparecer pra ele; ele costumava andar com celular de última geração, era um celular feio, mas era um smartphone; e o RONNIE não fala em telefone, só digita; aí eu perguntei e ele falou que era de uma pessoa que tinha fornecido pra ele”, diz um trecho da delação premiada do ex-PM.

Segundo Queiroz, os contatos entre Lessa e Bello eram intermediados por Barboza e pelo ex-PM Edimilsn Oliveira da Silva, o Macalé.

O delator já havia afirmado que foi Macalé quem “levou esse trabalho” a Ronnie Lessa, em referência ao assassinato de Marielle e Anderson.

Edimilson Oliveira da Silva era um sargento reformado da Polícia Militar e foi executado em novembro de 2021, aos 54 anos. Segundo relatos de testemunhas, ele caminhava por Bangu, na zona oeste do Rio, em direção ao seu carro – uma BMW -, quando foi alvo de homens em um automóvel branco.

Queiroz afirmou no depoimento que Macalé e Barboza costumavam buscar Lessa na Barra da Tijuca para levá-lo até a casa do bicheiro, no mesmo bairro, em um Corolla branco. O delator disse ter visto pelo menos quatro encontros do tipo nos meses anteriores à primeira tentativa de matar Marielle, no fim de 2017. O crime seria concretizado em 14 de março de 2018.