Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Baixa presença da Guarda Municipal no entorno do Sambódromo concentra debate sobre apoio operacional
Destaque
Baixa presença da Guarda Municipal no entorno do Sambódromo concentra debate sobre apoio operacional
Comlurb recolhe mais de 27 toneladas de lixo na região do Sambódromo
Carnaval
Comlurb recolhe mais de 27 toneladas de lixo na região do Sambódromo
Insegurança na Sapucaí: Van de camarote e turistas são alvos de criminosos no entorno do Sambódromo
Rio de Janeiro
Insegurança na Sapucaí: Van de camarote e turistas são alvos de criminosos no entorno do Sambódromo
Governo do RJ anuncia repasse de R$ 20 milhões para escolas de samba
Estado
Governo do RJ anuncia repasse de R$ 20 milhões para escolas de samba
‘La Casa de Papel’ e drones: Policiais disfarçados prendem dupla de ladrões em Santa Teresa
Rio de Janeiro
‘La Casa de Papel’ e drones: Policiais disfarçados prendem dupla de ladrões em Santa Teresa
Cordão da Bola Preta recebe Selo Folia Verde pelo segundo ano consecutivo
Rio de Janeiro
Cordão da Bola Preta recebe Selo Folia Verde pelo segundo ano consecutivo
TCM suspende licitação do BRT e exige correções em edital da Prefeitura do Rio
Rio de Janeiro
TCM suspende licitação do BRT e exige correções em edital da Prefeitura do Rio

Criminosos pagavam “mesada” para evitar investigações de delegacia comandada por Rivaldo

Siga-nos no

Imagem: Reprodução Lupa

O relatório da Polícia Federal (PF) sobre as investigações do caso Marielle cita um documento que afirmava que o delegado Rivaldo Barbosa, preso no domingo (24/03) pela morte da vereadora Marielle Franco e Anderson Gomes, interferia no andamento e na elucidação de casos envolvendo bicheiros. As investigações mostraram que pagamentos para obstruir investigações poderiam chegar a R$ 300 mil.

O documento que falava sobre Rivaldo e foi citado pela PF foi produzido durante a intervenção na segurança pública no Estado do Rio de Janeiro, em 2018, e que foi encaminhado aos generais Walter Braga Netto, então interventor, e Richard Fernandez Nunes, o secretário de Segurança.

Segundo as investigações, a intenção da obstrução destes casos era proteger os contraventores e seus crimes. O material está dentro do relatório da Polícia Federal que embasou a prisão de Rivaldo e dos irmãos Brazão.

Em depoimento aos policiais federais, Orlando Curicica contou que existia um sistema de pagamento mensal previsto para que o comando da Delegacia de Homicídios não investigasse os assassinatos. O pagamento funcionava como uma mesada e variava entre R$ 60 mil a R$ 80 mil. Segundo ele, remessas adicionais deveriam ser pagas nos casos dos crimes que deixavam provas e rastros.

 

Posição do Governo do Estado

O Governo do Estado, em nota oficial, afirmou que vem acompanhando a operação da Polícia Federal, inclusive três delegados da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil, escolhidos em comum acordo com a PF, acompanharam as diligências que envolvem dois delegados e um comissário.

Segundo a nota, a Corregedoria Geral Unificada, sob a liderança do desembargador Antônio José Ferreira Carvalho, vai apurar a conduta destes policiais com o devido rigor necessário. A mensagem reafirma que o governo está apoiando as instituições para o desfecho final do crime.