Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Alerj derruba 25 vetos e confirma novas leis sobre transporte, segurança e benefícios fiscais
Política
Alerj derruba 25 vetos e confirma novas leis sobre transporte, segurança e benefícios fiscais
Ibama promove audiências públicas sobre duplicação da Rio-Santos
Costa Verde
Ibama promove audiências públicas sobre duplicação da Rio-Santos
Alerj encerra semestre legislativo com votação do orçamento do estado
Política
Alerj encerra semestre legislativo com votação do orçamento do estado
Força Municipal faz balanço operacional e confirma início do patrulhamento na Barra da Tijuca
Rio de Janeiro
Força Municipal faz balanço operacional e confirma início do patrulhamento na Barra da Tijuca
Nova frente fria deve provocar queda nas temperaturas no Sul e Sudeste
Brasil
Nova frente fria deve provocar queda nas temperaturas no Sul e Sudeste
Projeto zera fila do Hospital do Olho e garante óculos grátis na Baixada
Baixada Fluminense
Projeto zera fila do Hospital do Olho e garante óculos grátis na Baixada
CBF recebeu R$78 milhões por classificação contra o Japão
Esportes
CBF recebeu R$78 milhões por classificação contra o Japão
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Justiça condena mãe e padrasto pela morte de bebê de 1 ano em São Gonçalo

A pena da mãe e do padrastro juntos dá mais de cem anos

Siga-nos no

Foto: Reprodução

Mãe e o padrasto foram condenados pela Justiça do Rio de Janeiro pela morte de Anna Rebeka de Souza Braz, de 1 ano, em agosto de 2023, em São Gonçalo, na Região Metropolitana.

Kassio Silva Alves de Freitas recebeu pena de 52 anos de prisão, enquanto Karolayne Cristina de Souza dos Santos foi sentenciada a 50 anos. Ambos foram condenados por homicídio triplamente qualificado e tortura.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ), o crime ocorreu na casa onde a família morava. A bebê sofreu agressões repetidas, incluindo socos na cabeça, no abdômen, no peito e nas costas. Apesar de ter sido levada ao Hospital Municipal Getúlio Vargas Filho, em Niterói, ela não resistiu aos ferimentos.

Durante o julgamento, a mãe negou participação, mas, segundo o MPRJ, ela tinha conhecimento das agressões e se omitiu, deixando a filha sob os cuidados de um homem com histórico de comportamento violento. Já Kassio confessou o crime.

As defesas de Kassio e Karolayne já anunciaram que vão recorrer da decisão. Enquanto isso, ambos permanecem presos.