Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
PM recupera carga de chocolates avaliada em quase R$ 400 mil na Zona Norte
Rio de Janeiro
PM recupera carga de chocolates avaliada em quase R$ 400 mil na Zona Norte
PSD lança Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência
Política
PSD lança Ronaldo Caiado como pré-candidato à Presidência
Correios têm baixa adesão a plano de demissão voluntária
Brasil
Correios têm baixa adesão a plano de demissão voluntária
Riocard Mais fecha loja no Terminal de Campo Grande
Rio de Janeiro
Riocard Mais fecha loja no Terminal de Campo Grande
Datafolha: um em cada três brasileiros não acredita que o homem foi à Lua
Geral
Datafolha: um em cada três brasileiros não acredita que o homem foi à Lua
Nova Iguaçu celebra vencedores do Prêmio FENIG Destaque Iguaçuano nesta terça-feira
Nova Iguaçu
Nova Iguaçu celebra vencedores do Prêmio FENIG Destaque Iguaçuano nesta terça-feira
PL recorre ao STF para garantir sucessão na Alerj ao Governo do Rio
Política
PL recorre ao STF para garantir sucessão na Alerj ao Governo do Rio

STF forma maioria e endurece regras para Planos de Saúde

A decisão mantém como referência o rol da ANS, mas limita as exceções.

Siga-nos no

Reprodução

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (18/09) aumentar os requisitos para obrigar planos de saúde a cobrir tratamentos e procedimentos fora da lista da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Para que haja cobertura, será necessário cumprir simultaneamente 5 critérios:
• Prescrição por médico ou dentista assistente
• Não haver negativa expressa da ANS ou análise em curso sobre o tratamento
• Ausência de alternativa terapêutica adequada já prevista no rol
• Eficácia e segurança comprovadas cientificamente em alto nível
• Registro do tratamento ou medicamento na Anvisa

A decisão mantém como referência o rol da ANS, mas limita as exceções.

Votaram a favor da posição do relator Luís Roberto Barroso: Nunes Marques, Cristiano Zanin, André Mendonça, Luiz Fux e Dias Toffoli. E
contra, ficaram Flávio Dino, Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Cármen Lúcia.

A mudança atinge diretamente os usuários de planos, que terão mais dificuldade de garantir judicialmente a cobertura de procedimentos fora da lista oficial.