Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Defesa de Bolsonaro diz ao STF que não há prova de acesso a vídeo gravado por Eduardo nos EUA
Brasil
Defesa de Bolsonaro diz ao STF que não há prova de acesso a vídeo gravado por Eduardo nos EUA
Operação na Uruguaiana apreende celulares e notebook com suspeita de receptação
Rio de Janeiro
Operação na Uruguaiana apreende celulares e notebook com suspeita de receptação
Colisão entre ônibus e bonde deixa ferida em Santa Teresa
Rio de Janeiro
Colisão entre ônibus e bonde deixa ferida em Santa Teresa
Céline Dion anuncia volta aos palcos após enfrentar doença rara
Entretenimento
Céline Dion anuncia volta aos palcos após enfrentar doença rara
Semana Santa deve levar mais de 184 mil passageiros à Rodoviária do Rio
Rio de Janeiro
Semana Santa deve levar mais de 184 mil passageiros à Rodoviária do Rio
Pré-candidato propõe recriar Guanabara e retirar Rio da estrutura atual do país
Geral
Pré-candidato propõe recriar Guanabara e retirar Rio da estrutura atual do país
PRF apreende quase 50 kg de drogas e prende dois na BR-101
Niterói
PRF apreende quase 50 kg de drogas e prende dois na BR-101

Justiça determina retorno de Glaidson, o “Faraó dos Bitcoins”, a presídio do Rio

Preso em Catanduvas desde 2023, ele será transferido para participar de audiências presenciais nos dias 7, 8 e 9 de outubro, no Rio

Siga-nos no

reprodução

A Justiça Federal determinou que Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como “Faraó dos Bitcoins”, deixe o presídio federal de Catanduvas, no Paraná, e retorne ao sistema prisional do Rio de Janeiro. Ele deverá participar de audiências presenciais marcadas para os dias 7, 8 e 9 de outubro de 2025, na 3ª Vara Federal Criminal.

Glaidson está preso desde 2021, quando foi alvo da Operação Kryptos, da Polícia Federal, e em 2023 havia sido transferido para Catanduvas por razões de segurança. Ele acumula 25 anotações criminais por crimes como organização criminosa, estelionato, homicídio e tentativa de homicídio. Estimativas oficiais apontam que sua organização teria movimentado mais de R$ 38 bilhões no Brasil e no exterior.

De acordo com o Ministério Público, mesmo após a prisão, Glaidson manteve influência sobre a quadrilha, com indícios de continuidade de crimes, como fraudes financeiras, corrupção de agentes públicos e até homicídios de concorrentes no mercado de criptomoedas. O juiz responsável pelo caso ressaltou esses pontos no despacho que determinou o retorno.

A decisão foi tomada a pedido da Justiça Federal do Rio, que manteve as oitivas em formato presencial, apesar de recomendação da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) pelo uso de videoconferência para reduzir riscos de segurança. Ainda não está definido se, após as audiências, Glaidson voltará ao presídio federal no Paraná.