Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Tarifa Zero de Duque de Caxias recebe reforço com novos ônibus
Baixada Fluminense
Tarifa Zero de Duque de Caxias recebe reforço com novos ônibus
Lula defende investigação sem sigilo para todos os envolvidos no caso Master
Brasil
Lula defende investigação sem sigilo para todos os envolvidos no caso Master
Defesa Civil de Macaé alerta para chuva forte e ventos de até 40 km/h
Norte Fluminense
Defesa Civil de Macaé alerta para chuva forte e ventos de até 40 km/h
Pó de minério invade condomínios de luxo em Mangaratiba e MRS é autuada
Costa Verde
Pó de minério invade condomínios de luxo em Mangaratiba e MRS é autuada
André Marinho propõe retomada de territórios, metrô na Ponte Rio-Niterói e controladoria independente
Destaque
André Marinho propõe retomada de territórios, metrô na Ponte Rio-Niterói e controladoria independente
Operação mira maior fornecedor de insumos para lança-perfume do Comando Vermelho
Estado
Operação mira maior fornecedor de insumos para lança-perfume do Comando Vermelho
Polícia prende mulher apontada como tesoureira de Fernandinho Beira-Mar
Estado
Polícia prende mulher apontada como tesoureira de Fernandinho Beira-Mar
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Moraes dá prazo para defesa de Collor explicar tornozeleira desligada

Ministro alerta para possibilidade de prisão preventiva do ex-presidente

Siga-nos no

reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, deu cinco dias para que a defesa de Fernando Collor explique por que a tornozeleira eletrônica do ex-presidente ficou desligada por cerca de 36 horas em maio, descumprindo medida cautelar. Moraes alertou que o descumprimento pode levar à prisão preventiva.

O relatório do Centro de Monitoramento Eletrônico de Pessoas de Alagoas foi enviado apenas em outubro, cinco meses após o desligamento. O ministro também deu 48 horas para que a Secretaria de Ressocialização explique a demora na comunicação.

Collor, condenado a 8 anos e 10 meses por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa na Lava Jato, cumpre a pena em regime domiciliar desde maio de 2025. O ex-presidente tem diagnóstico de Parkinson, privação crônica de sono e transtorno bipolar, o que justificou a prisão domiciliar.

Além do monitoramento eletrônico, Collor tem visitas restritas e passaportes suspensos para evitar fuga do país. A decisão do STF confirma o cumprimento da pena após o trânsito em julgado do caso.