A Petrobras informou nesta segunda-feira (2/03) que suas operações seguem seguras e com custos competitivos, apesar da escalada do conflito no Oriente Médio. Em nota oficial, a estatal garantiu que não há risco de interrupção nas importações ou exportações, uma vez que a maioria de seus fluxos ocorre fora da zona crítica.
A movimentação ocorre após os ataques de Estados Unidos e Israel ao Irã, que resultaram no fechamento por tempo indeterminado do Estreito de Ormuz pela Guarda Revolucionária iraniana. A Petrobras destacou que possui protocolos para redirecionar as poucas rotas que passariam pela região, preservando suas margens operacionais.
Pressão nos Preços
Embora a estatal descarte impactos no curto prazo, o setor de combustíveis monitora o cenário com cautela:
- Refinarias Privadas: A expectativa é de alta imediata nos preços praticados por empresas independentes.
- Abicom: Segundo Sérgio Araújo, presidente da associação de importadores, a Petrobras deve aguardar a estabilização do mercado antes de reajustar valores, seguindo a estratégia de evitar a volatilidade imediata.
A rota de Ormuz, vital para o comércio global de petróleo, passou a ser evitada por diversas embarcações após navios de guerra iranianos serem alvos de bombardeios no último fim de semana.






