Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Liesa confirma a noite dos enredos para agosto na Cidade do Samba
Rio de Janeiro
Liesa confirma a noite dos enredos para agosto na Cidade do Samba
Tumulto em saída da praia de Copacabana termina com apreensão de adolescentes e confusão em ônibus
Rio de Janeiro
Tumulto em saída da praia de Copacabana termina com apreensão de adolescentes e confusão em ônibus
Parreira apresenta evolução no tratamento e deve sair da UTI nos próximos dias
Famosos
Parreira apresenta evolução no tratamento e deve sair da UTI nos próximos dias
PP deixa chapa de Douglas Ruas sem vice na disputa pelo Governo do Rio
Política
PP deixa chapa de Douglas Ruas sem vice na disputa pelo Governo do Rio
Copacabana recebe título oficial de Raia Olímpica da Cidade do Rio
Rio de Janeiro
Copacabana recebe título oficial de Raia Olímpica da Cidade do Rio
Pesquisa aponta empate técnico entre Lula, Flávio Bolsonaro e Caiado em cenários de segundo turno
Política
Pesquisa aponta empate técnico entre Lula, Flávio Bolsonaro e Caiado em cenários de segundo turno
Fluminense cria clube de vantagens para sócios com descontos e cashback
Esportes
Fluminense cria clube de vantagens para sócios com descontos e cashback
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

MPF cobra ampliação de vagas para mulheres em escola de cadetes do Exército

Recomendação aponta possível desigualdade de gênero e dá prazo de 90 dias para apresentação de plano de inclusão

Siga-nos no

Foto: Jackson Mendes

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou ao Exército a ampliação do número de vagas destinadas a mulheres na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), após identificar possível desigualdade de gênero no processo seletivo.

No último concurso, das 440 oportunidades oferecidas, apenas 40 foram reservadas para candidatas — menos de 10% do total. A mesma proporção foi registrada também em 2025.

Diante do cenário, o MPF deu prazo de até 90 dias para que o Exército apresente um planejamento com medidas para ampliar a participação feminina nos próximos cinco anos. A recomendação foi feita após a instituição recusar a assinatura de um termo de ajustamento de conduta.

Segundo o órgão, a limitação de vagas com base no gênero pode ferir a Constituição, que garante igualdade de direitos entre homens e mulheres, além de contrariar acordos internacionais assinados pelo Brasil.

Atualmente, a formação dos cadetes começa em Campinas, com duração de um ano, e segue na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, por mais quatro anos até a formação como oficial.