Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Rio de Janeiro
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Fux rebate fala de Gilmar Mendes sobre descrédito generalizado de políticos do Rio

A fala do ministro sobre supostas mesadas do jogo do bicho pagas a parlamentares também gerou forte repercussão na Alerj

Siga-nos no

reprodução

Luiz Fux reagiu nesta quinta-feira (9) às falas de ministros do STF sobre a situação política do Rio de Janeiro. Durante o julgamento sobre a escolha da próxima chefia do Palácio Guanabara, o ministro disse que há “bons políticos” no estado e declarou: “se esses políticos tiverem que ir para o inferno, eles vão acompanhados de altas autoridades”.

Antes disso, Gilmar Mendes afirmou no plenário que ouviu do diretor-geral da Polícia Federal o relato de que “32 ou 34 parlamentares” da Alerj receberiam “mesada do jogo do bicho”. Em seguida, o decano também disse: “Deus tenha piedade do Rio de Janeiro”. A fala de Gilmar entrou no debate depois de ministros associarem o quadro político fluminense à atuação de facções, milícias e do jogo do bicho.

Na sequência, Fux criticou o que chamou de descrédito generalizado sobre o Rio. Além disso, ele afirmou que alguns colegas talvez não demonstrassem a mesma “perplexidade” se tivessem participado de julgamentos como o “Mensalão”, a “Operação Lava Jato”, o caso do INSS e o Banco Master. Com isso, o ministro sustentou que os escândalos de corrupção não se concentram apenas no estado fluminense.

Alerj também reage

A declaração do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, envolvendo supostas ‘mesadas do jogo’ do bicho pagas a parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), gerou forte reação entre deputados estaduais e ampliou o clima de tensão política no estado. Segundo o ministro, ele teria ouvido do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que entre 32 e 34 parlamentares da Alerj receberiam pagamentos ligados à contravenção.

A repercussão foi imediata nos bastidores da Casa Legislativa, com lideranças partidárias classificando a declaração como grave e preocupante, principalmente por não trazer provas ou citar nomes.

Em nota oficial, a Assembleia Legislativa do Rio afirmou não reconhecer qualquer ligação com práticas ilegais e destacou que não há investigações relacionadas à atual legislatura sobre o tema citado.

O comunicado também reforça que a instituição atua com “austeridade e compromisso com o povo fluminense”, tentando conter os impactos negativos à imagem do parlamento estadual.

Nos corredores da Alerj, deputados ouvidos relataram “grande desconforto” e avaliaram que a fala atinge toda a Casa de forma generalizada, agravando um cenário já delicado.

O embate ocorreu no julgamento sobre a forma de escolha do governador-tampão do Rio. Na quarta-feira (8), Cristiano Zanin votou por eleição direta, enquanto Fux abriu divergência e defendeu eleição indireta, a ser realizada pela Alerj. O caso chegou ao Supremo depois da condenação de Cláudio Castro à inelegibilidade no TSE e da renúncia do então governador para tentar disputar o Senado.