Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Incêndio atinge loja no subsolo do Mercadão de Madureira
Sem categoria
Incêndio atinge loja no subsolo do Mercadão de Madureira
Benedita da Silva debate representação negra em encontro com influenciadores no Rio
Política
Benedita da Silva debate representação negra em encontro com influenciadores no Rio
Chuva forte e ventos intensos devem atingir o Rio neste sábado
Rio de Janeiro
Chuva forte e ventos intensos devem atingir o Rio neste sábado
ONU aprova resolução para incentivar nova representação do mapa-múndi
Mundo
ONU aprova resolução para incentivar nova representação do mapa-múndi
Ator de “Quem Ama Cuida” é alvo de ataques durante percurso para o Rock in Rio
Famosos
Ator de “Quem Ama Cuida” é alvo de ataques durante percurso para o Rock in Rio
PF prende jovem com 5,5 quilos de cocaína no Aeroporto do Galeão
Mais Quentes
PF prende jovem com 5,5 quilos de cocaína no Aeroporto do Galeão
Carlos Alberto Parreira recebe alta após quase três meses internado no Rio
Brasil
Carlos Alberto Parreira recebe alta após quase três meses internado no Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

TRF-2 mantém suspensão de imposto sobre exportação de petróleo

Justiça rejeita recurso da União e preserva liminar que beneficia grandes petroleiras

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região manteve a liminar que suspende a cobrança de 12% de imposto sobre a exportação de petróleo. A decisão veio após a rejeição de um recurso apresentado pela União.

O despacho foi assinado pela desembargadora Carmen Silvia Lima de Arruda, da Quarta Turma Especializada, na noite de quinta-feira (09). Segundo a magistrada, não ficou comprovado risco imediato que justificasse a derrubada da decisão provisória.

O recurso havia sido apresentado pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional contra decisão de primeira instância que favoreceu cinco multinacionais do setor: TotalEnergies, Repsol Sinopec, Petrogal, Shell e Equinor.

A cobrança do imposto está prevista na Medida Provisória 1.340/2026, editada pelo governo federal como parte de um pacote para conter a alta dos combustíveis, especialmente do diesel, em meio a impactos da guerra no Oriente Médio sobre o mercado internacional de petróleo.

A proposta também tinha como objetivo compensar perdas de arrecadação após a redução de tributos como PIS e Cofins e desestimular a exportação do produto, priorizando o abastecimento interno.

As empresas, no entanto, argumentam que a medida tem caráter arrecadatório e viola o princípio da anterioridade, que impede a cobrança imediata de novos tributos. Esse entendimento foi acolhido inicialmente pelo juiz Humberto de Vasconcelos Sampaio, da 1ª Vara Federal do Rio.

Ao recorrer, a Fazenda Nacional sustentou que a taxação tem função regulatória e visa proteger o mercado interno diante da alta dos preços e da escassez global do petróleo.

O mérito da ação ainda será julgado pelo TRF-2, sem data definida.

 

Impacto nos combustíveis

A discussão ocorre em meio à pressão inflacionária causada pelos combustíveis. Em março, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,88%, com destaque para o grupo transportes. Os combustíveis subiram 4,47%, com avanço da gasolina e forte alta do diesel.

Diante desse cenário, o governo federal anunciou medidas para conter os preços, incluindo subsídios, redução de impostos e incentivos ao setor.